Rui Borges resiliente perante os obstáculos no Sporting

  1. Treinador do Sporting, Rui Borges, mostra-se confiante e resiliente apesar das adversidades
  2. Presidente Frederico Varandas considera que o Sporting tem hipóteses de ser campeão se chegar à pausa das seleções na liderança
  3. Borges pede «o mesmo critério para todos» os árbitros, sem entrar em polémica

Plantel afetado por lesões e ausências


O treinador do Sporting, Rui Borges, tem enfrentado momentos desafiadores desde que assumiu o comando da equipa. Com uma série de lesões e ausências no plantel, o técnico tem tido de gerir uma situação complicada. No entanto, apesar das adversidades, Borges mostra-se confiante e resiliente.

O treinador destacou que o grupo de jogadores do Sporting se mantém «tranquilo, feliz e focado no objetivo final de ser campeão e bicampeão». Mesmo perante os contratempos, Borges afirmou que os jogadores estão «resilientes» e com «muita ligação e ajuda entre si» nos treinos e no diálogo diário.

Foco no próximo jogo, não no longo prazo


Questionado sobre as declarações do presidente Frederico Varandas, que considerou que o Sporting tem hipóteses de ser campeão se chegar à pausa das seleções na liderança, Borges mostrou algum equilíbrio. O técnico explicou que, como treinador, tem de se focar apenas no próximo jogo e não pensar a longo prazo, pois o objetivo é «ganhar este jogo» e não os que virão depois. No entanto, Borges reconheceu que esse período de paragem poderia permitir recuperar alguns jogadores importantes para o resto da época.

Quanto à arbitragem, Borges evitou entrar em polémica, afirmando que não vai criticar os árbitros. O treinador reiterou apenas o pedido de «o mesmo critério para todos», sem entrar em lamentações sobre possíveis prejuízos do Sporting.

Gerir a quebra de rendimento na segunda parte


Sobre a quebra de rendimento nas segundas partes dos jogos, Borges admitiu que é uma questão que a equipa técnica tem de analisar melhor. O treinador reconheceu que, com o passar do tempo, a equipa tende a perder intensidade e rigor, algo que se deve à «frescura física e mental». Borges reforçou que não pede aos jogadores para baixarem as linhas, mas sim para manterem a pressão alta durante mais tempo.

Quanto à possibilidade de perder jogadores importantes, como Morita, Borges afirmou que não está «preparado» para essa eventualidade, pois considera o médio japonês um «grande admirador» e um jogador essencial de quem não quer abrir mão.