Silaidopoulos satisfeito no Rio Ave, mas cauteloso sobre o futuro

  1. Sotiris Silaidopoulos tem contrato até 2027.
  2. Silaidopoulos considera a estabilidade essencial.
  3. Rio Ave defronta o Gil Vicente.
  4. O treinador quer transformar a frustração em paixão.

Sotiris Silaidopoulos, treinador do Rio Ave, fez algumas declarações importantes acerca do seu futuro no clube e analisou o próximo embate da equipa frente ao Gil Vicente. O técnico grego, que tem contrato até 2027, mostrou-se satisfeito com a sua atual situação nos vila-condenses, mas com a cautela típica do mundo do futebol.

A estabilidade foi um dos conceitos-chave abordados por Silaidopoulos, que a considera essencial para o crescimento e sucesso de qualquer equipa. “Estou muito satisfeito por estar aqui e quero fazer uma época ainda melhor no próximo ano. Tenho mais um ano de contrato, por isso, provavelmente vou ficar, mas no futebol nunca se sabe”, afirmou o treinador. Esta declaração foi complementada com a ressalva de que é necessário aguardar pelo desfecho da época para se ter a certeza. “Provavelmente vou cá ficar, mas isto é futebol e nunca se sabe”, disse. A importância da estabilidade foi ainda mais vincada quando o técnico referiu: “A chave de tudo é sempre a estabilidade, seja ela a nível desportivo ou emocional”. Sotiris Silaidopoulos salientou a existência de uma base sólida na equipa: “Acho que o Rio Ave tem um núcleo duro capaz de subir o nível na próxima temporada”. Para ele, a evolução passa por reforçar a equipa além do seu núcleo duro e criar sustentabilidade desportiva. “Foi uma época construtiva. Já temos um bom grupo base para a próxima época. Precisamos de algumas contratações para subir o nível. A estabilidade é fundamental para um clube e para uma equipa”, analisou.

O técnico refletiu também sobre o desempenho da equipa, que considera ter correspondido às suas ideias, mesmo após as saídas de jogadores importantes. “O nosso ADN está identificado e a equipa tem correspondido”, referiu, elogiando também as “condições de trabalho do clube, que são das melhores em Portugal”, disse ainda. Estes fatores, segundo ele, “obrigam-nos a pensar em subir o nível, a evoluir”. Silaidopoulos destacou ainda “o baixo número de lesões”, atribuindo-o aos bons hábitos que se traduzem em equilíbrio. Contudo, o treinador apela ao realismo nas ambições do clube, usando uma analogia para ilustrar o objetivo: “Nas últimas épocas o desempenho do Rio Ave oscilou como as ondas do oceano Atlântico. Ora em cima, ora em baixo, mas o que nós queremos é que a equipa seja estável como a água de um rio”. Finalmente, Silaidopoulos projetou o próximo jogo contra o Gil Vicente, após a recente derrota em Guimarães. “Não se trata de subir ou não na classificação, mas de motivação e nesta casa estamos sempre motivados para cada jogo. É como se fosse sempre uma final e o que quero ver em campo frente ao Gil Vicente é a frustração que se abateu sobre equipa após o desafio frente ao Vitória”, frisou o treinador. O técnico concluiu que “o Rio Ave merecia ter levado muito mais dos últimos dois jogos”: “Há sempre detalhes que é preciso corrigir, mas merecíamos mais e queremos que o reflexo dessa frustração sejam pontos, desta feita frente a um adversário que tem muito mérito na fantástica temporada que está a realizar”. Silaidopoulos prometeu uma postura ambiciosa: “Estamos totalmente motivados para todos os jogos. Não se trata da classificação ou dos objetivos na tabela. Jogamos cada jogo como uma final. Quero transformar a frustração da derrota com o Vitória de Guimarães em paixão e energia para fazermos um grande jogo em casa”, partilhou. Sobre o adversário minhoto, reconheceu: “É uma equipa muito boa, está a fazer uma grande época. Eles querem pontos pelos motivos deles, nós pelos nossos. Vai ser uma batalha. Quero ver a equipa competitiva, como tem sido nos últimos meses, com energia e agressividade para ganhar”, afirmou.

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