Vasco Botelho da Costa exalta resiliência do Moreirense após vitória

  1. Moreirense venceu Estrela 3-2
  2. Botelho da Costa critica perda de tempo
  3. Técnico destaca crescimento de jogador
  4. Treinador questiona marcação de penálti

Após a vitória por 3-2 sobre o Estrela da Amadora, o técnico do Moreirense, Vasco Botelho da Costa, fez um balanço detalhado do encontro, destacando a resiliência da sua equipa perante as adversidades. O treinador admitiu que o início não foi o ideal, confessando que “Entrámos bem, depois no momento em que cometemos o erro tivemos a reação que não devíamos ter. Ficamos adormecidos, sabíamos qual era a abordagem do Estrela, mastigar o jogo, mas cometemos erros muito cedo e a reação não foi a melhor, tanto é que nem sabia se mexia logo na equipa ou não, não que o Assis e o Stjepanovic estivessem mal, mas precisávamos de outras coisas. Mas, depois fomos o Moreirense que temos sido. Damos demasiado aos adversários, a equipa coloca-se várias vezes em situações complicadas, mas depois foi a nossa imagem de marca, uma equipa ambiciosa. Nem sempre estivemos bem, o jogo teve mais coração do que aquilo que eu queria, mas acho que é muito merecido, porque foi uma equipa que não quis jogar futebol. Desde o primeiro pontapé de baliza a perder tempo, não é algo que compreenda e que faça sentido e fico feliz porque o futebol nos premiou. Precisámos de meter muito coração no jogo, acho que a vitória é muito merecida”.

Para além da análise tática e do comportamento do adversário, Botelho da Costa dedicou palavras de apoio a um dos seus jogadores, sublinhando o processo de crescimento individual e a confiança depositada no atleta num momento delicado da sua carreira. O técnico afirmou: “É um caso muito especial. Acho que tem tudo para ser um jogador de elite. A forma como, com a saída do Schettine, a pressão que acabou por colocar sobre ele próprio, teve dificuldade em lidar, os jogos não estavam a ser fáceis. Não foi fácil gerir esta situação, que estes momentos sirvam para ele crescer e que entenda que com a atitude certa pode ser um jogador diferenciado. Não deixámos de acreditar nele, sentimos que nos podia ajudar e fico feliz com ele”.

Por fim, o comandante do Moreirense abordou a componente da arbitragem, especificamente no que diz respeito à marcação de penáltis, embora tenha preferido focar a crítica na autocrítica da própria equipa para evitar erros semelhantes no futuro. Vasco Botelho da Costa referiu: “Um pouco sem explicação. Já disse que não me sinto competente para analisar o desempenho dos árbitros, seguem recomendações e tentam explicar nas reuniões. O segundo penálti, dando uma mera opinião, os árbitros têm marcado penáltis que não são. Mas, nem chega a ser erro da nossa parte, honestamente. Pusemo-nos a jeito, tem sido muito assim. Todos nós, eu incluído, temos de olhar para isto no sentido de crescer, aprender, o erro vai sempre acontecer, mas reduzir ao máximo estes erros. A este nível os erros pagam-se caro e nem sempre vamos compensar os erros e sair com os três pontos”.

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