Após a apresentação de Diogo Boa Alma como potencial diretor desportivo, caso vença as eleições a 13 de junho, muito se tem falado sobre a estratégia a seguir para o plantel. Durante uma sessão de esclarecimento, Boa Alma abordou a questão do treinador, afirmando que “mais do que o nome ou currículo”
, o fundamental é “olhar para um perfil que encaixe nos valores do clube”
.
Este enfoque destaca a importância de selecionar um treinador que não apenas compreenda a cultura do Vitória, mas que também traga um “futebol positivo, atrativo e ofensivo”
. Boa Alma enfatizou que, além desse estilo, a valorização dos ativos e o aproveitamento das camadas jovens é igualmente crucial. Ele declarou que irá escolher alguém que trabalhe bem nessa área, mostrando uma intenção clara de continuar a tradição de formação.
No que diz respeito ao plantel, Diogo Boa Alma elogiou a qualidade
do atual “plantel jovem do Vitória de Guimarães, com muitos jogadores formados na casa”
, sublinhando que estes serão a base
da sua equipa. O dirigente também deixou claro que irá juntar “algumas peças que possam trazer mais qualidade individual, para que o plantel seja ainda mais forte”
, delineando assim uma visão de crescimento e valorização dos recursos internos.