A menos de 20 dias do arranque do Campeonato do Mundo de 2026, com os holofotes a recaírem sobre os Estados Unidos da América, Canadá e México, a inspiração para a seleção nacional surge de uma figura que, embora ausente em campo, permanecerá na memória do grupo. Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), destacou a importância de Diogo Jota, não só como jogador, mas como uma referência inspiradora para a equipa.
A biografia oficial de Diogo Jota, intitulada “Diogo Jota — Nunca mais é muito tempo”, foi lançada no Porto, nas instalações da FPF, com a presença de Pedro Proença. A obra, da autoria de José Manuel Delgado, presta homenagem a Diogo Jota e ao seu irmão André, falecidos num acidente de viação em julho. Pedro Proença sublinhou a importância de Diogo Jota, afirmando que “Diogo Jota acaba por ser uma referência daquilo que representou para a nossa seleção. Também o André, noutro patamar. Num momento muitíssimo especial, em que dentro da própria seleção acaba por ser evocado como a nossa seleção e mais um”.
O dirigente federativo reforçou o impacto duradouro de Diogo Jota, assegurando que a sua memória acompanhará a seleção portuguesa no Mundial de 2026. “O Diogo Jota foi muitíssimo inspirador por aquilo que representava. É trazer com ele a esperança e grande vontade que tinha, fará sempre parte deste grupo. É com essa esperança que vamos para o Mundial, com a vontade de ganhar”, referiu Proença. A obra conta com 90 testemunhos de familiares, amigos e antigos colegas, refletindo a dimensão do legado do atleta.