Venda do Estádio do Bessa suspensa por 15 dias

  1. Venda do Estádio do Bessa suspensa
  2. Suspensão a pedido de credores
  3. Boavista procura soluções financeiras
  4. Tribunal negou pedido anterior

A administradora de insolvência do Boavista, Maria Clarisse Barros, solicitou e obteve a suspensão por 15 dias da venda do Estádio do Bessa e de outros bens imobiliários do clube. Esta decisão adia o leilão dos ativos, que será retomado após este período, com um adicional de cinco dias para a apresentação de novas licitações. A suspensão surge na sequência dos requerimentos apresentados pelos credores Merecida Narrativa, Lda. e SACYR - Somague, S.A., sendo este último o presidente da comissão de credores.

A intervenção da administradora de insolvência proporciona um breve período de alívio para o Boavista, permitindo ao clube procurar soluções e parceiros para a sua situação financeira. O Estádio do Bessa e os terrenos circundantes são considerados parte central da massa insolvente do clube. A decisão de suspender a venda é crucial, uma vez que o leilão estava em curso e a sua concretização poderia redesenhar profundamente o futuro do Boavista.

Importa recordar que, antes desta suspensão, o Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia tinha indeferido o pedido da Direção do Boavista para travar o leilão. O tribunal justificou a sua recusa com a ausência de um plano concreto para solucionar os problemas imediatos do clube. O pedido da Direção do Boavista pretendia convocar uma nova assembleia de credores e suspender a liquidação, com base numa “mera intenção de apresentação de um plano de insolvência”, o que não foi considerado fundamento suficiente pelo tribunal.

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