A justiça espanhola ilibou quaisquer responsabilidades criminais no acidente de viação que vitimou André Silva, irmão de Diogo Jota, em julho de 2025. O Tribunal de Primeira Instância de Puebla de Sanabria arquivou o caso em novembro passado, após avaliar as provas documentais e os relatórios periciais da Unidade de Trânsito da Guardia Civil. A informação foi revelada pelo The Athletic, citando fonte do Tribunal Superior de Justiça de Castilla e León.
O acidente ocorreu no dia 3 de julho de 2025, em Zamora, Espanha. A viatura, um Lamborghini alugado, onde André Silva seguia com Diogo Jota, despistou-se após o rebentamento de um pneu, embatendo no separador central e incendiando-se devido a uma alegada fuga no depósito de combustível. André Silva, que completaria 26 anos no dia 28 de abril, era avançado do Penafiel e foi homenageado pela Onsoccer International, empresa que o agenciava, que destacou a memória e a saudade.
A esposa de Diogo Jota, Rute Cardoso, relata a tragédia no livro “Diogo Jota - Nunca Mais é Muito Tempo”
, de José Manuel Delgado, com lançamento previsto para 21 de maio. O excerto divulgado descreve o momento em que foi informada do acidente. O Liverpool, clube de Diogo Jota, tem promovido homenagens, mantendo um memorial no estádio. Em abril, jogadores portugueses do PSG, como João Neves, Vitinha, Nuno Mendes e Gonçalo Ramos, prestaram tributo ao falecido jogador.