Reinaldo Teixeira defende candidatura à presidência da Liga Portugal

  1. Reinaldo Teixeira candidato à presidência
  2. 29 anos como coordenador
  3. Conflito de interesses levantado
  4. Luís Freire antecipa jogo crucial

Reinaldo Teixeira, candidato à presidência da Liga Portugal, concedeu, esta sexta-feira, uma entrevista à Antena 1, onde abordou as questões relativas ao seu relacionamento com o líder do Benfica, Rui Costa. Teixeira desvalorizou a polémica em torno do suposto conflito de interesses, enfatizando a sua longa experiência no cargo de coordenador. “Se houvesse conflito de interesses, as regras da Liga tinham detetado e não me tinham aceite como coordenador. Estou lá há 29 anos, sendo escrutinado por todos os outros, e, se lá continuei, é porque cumpro e respeito as regras e regulamentos que a Liga implementou,” começou por afirmar. Esta declaração visa tranquilizar os apoiantes e detratores, sugerindo que a sua permanência por quase três décadas é prova de conformidade com a ética desportiva.

Além disso, Reinaldo destacou a controvérsia que surgiu em torno de um acordo formalizado em 2006, que agora levanta questões sobre a sua imparcialidade. “Se assim não fosse, não estaria lá. E não é há 29 dias, é há 29 anos,” reforçou, reiterando sua dedicação à instituição. Entretanto, a questão não passou despercebida, especialmente ao FC Porto, que emitiu um comunicado oficial alertando que, caso o acordo se confirme, constituiria “um conflito de interesses inaceitável.” Este desdobramento acentua a rivalidade existente entre os clubes e levanta inquietações sobre a integridade da Liga Portugal. Teixeira parece estar preparado para enfrentar essa tempestade, defendendo a sua posição e as suas ações ao longo de quase três décadas.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.