Presidente do Conselho Fiscal do Vitória de Guimarães esclarece reunião com candidatura de Luís Cirilo Carvalho

  1. «Foi por mim referenciado que ainda não tinha tido acesso a mais documentação por falta de agenda própria»
  2. «Foi também referenciado por ambos que deveria existir um regulamento eleitoral que espelhasse os direitos e os deveres das listas candidatas»
  3. «Existem divergências pessoais e estratégicas, públicas, que não têm que ver com a situação económico-financeira do Vitória»
  4. «Da minha parte, existe um enorme orgulho em ter sido Presidente do Conselho Fiscal do clube num momento tão difícil da sua história»

O presidente do Conselho Fiscal do Vitória de Guimarães, Ricardo Martins Lobo, emitiu um comunicado a clarificar o processo que o levou a reunir-se com os representantes da candidatura de Luís Cirilo Carvalho às eleições do clube, na passada segunda-feira.

Após ter classificado a reunião com Cristina Cepa e Marcos Carvalho como «muito interessante», Ricardo Martins Lobo explicou que «ainda não tinha tido acesso a mais documentação por falta de agenda própria», já que o vice-presidente para a área financeira, Rui Rodrigues, «se tinha mostrado disponível para me apresentar a dita documentação.»

Regulamento eleitoral e eleição dos órgãos sociais


«Foi também referenciado por ambos que deveria existir um regulamento eleitoral que espelhasse os direitos e os deveres das listas candidatas e foi também discutida e partilhada a ideia da eleição para os órgãos sociais serem feitas órgão a órgão», pode ler-se no comunicado.


Para Ricardo Martins Lobo, «retirar dessa reunião mais do que esta informação é completamente desajustado do enquadramento e visa naturalmente a obtenção de ganhos eleitorais. Não posso permitir tal feito, até pela independência do órgão e dos membros que o compõe», acrescenta o dirigente.

Divergências pessoais e estratégicas


No mesmo comunicado, Ricardo Martins Lobo confirma que António Miguel Cardoso «não me convidou para fazer parte da nova lista» e esclarece que «também é público que eu não iria aceitar tal convite, se o mesmo tivesse existido.»


«Existem divergências pessoais e estratégicas, públicas, que não têm que ver com a situação económico-financeira do Vitória, nem relativamente a qualquer dúvida sobre a veracidade das contas apresentadas. Essas divergências são normais e salutares, pois cada um tem ideias diferentes sobre o modo como o Clube deve ser gerido, mas tal não implica desconfianças ou mesmo dúvidas sobre o que quer que seja. Não posso permitir que o meu bom nome e o dos elementos do Conselho Fiscal atual sejam utilizados na contenda eleitoral.»

Orgulho em liderar o Conselho Fiscal


A finalizar, Ricardo Martins Lobo expressa o desejo de que «o dia 1 de março de 2025 seja mais um dia bonito na nossa história e que os sócios, em grande número, possam escolher os seus novos órgãos sociais para o próximo triénio. Da minha parte, existe um enorme orgulho em ter sido Presidente do Conselho Fiscal do clube num momento tão difícil da sua história e ter tido, ao meu lado, uma equipa de vitorianos, isentos, independentes e com uma elevada estatura moral e profissional.»

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