César Peixoto Orgulhoso da Vitória “Justíssima” do Gil Vicente, João Henriques Lamenta Falta de Agressividade do AVS

  1. César Peixoto considerou a vitória do Gil Vicente “justíssima”.
  2. João Henriques lamentou a falta de agressividade do AVS.
  3. Gil Vicente venceu o AVS por 2-0.
  4. O Gil Vicente bateu vários recordes esta época.

César Peixoto, técnico do Gil Vicente, expressou o seu orgulho e satisfação após a vitória da sua equipa, considerando-a “justíssima” e afirmando que pecou por escassa. Destacou a performance coletiva e a personalidade demonstrada pelos seus jogadores.

“Acho que foi um jogo muito completo da equipa e pouco permitimos ao Aves. Dominámos, criámos muitas situações de golo e podíamos ter feito mais. A equipa está de parabéns, mostrou personalidade e caráter e, por isso, acho que é uma vitória justíssima. É um prémio para os adeptos que compareceram em grande número e vieram ajudar. Mérito dos jogadores que acreditaram”, declarou Peixoto sobre o desempenho em campo, sublinhando a resposta da equipa após uma fase menos positiva. “Vimos de uma fase diferente. Com o Alverca a bola ia ao lado e acaba por entrar, nos Açores sofremos um golo no último lance, mas perdemos pontos. Os indicadores foram sempre positivos e, por isso, era importante regressar às vitórias e manter a baliza a zero. É uma vitória que nos sabe bem, mas que não nos surpreende. Seguimos o nosso caminho, batemos muitos recordes, temos feito uma época fantástica e este resultado confirma o que temos feito.”

Questionado sobre as opções na baliza, o treinador explicou a mudança: “Nós trouxemos o Lucão porque tem muito potencial, mas não deixamos de acreditar nele. É a primeira vez na Europa, precisa de crescer, as coisas não lhe estavam a correr da melhor forma e o Dani tem estado a trabalhar bem e, por isso, decidimos colocá-lo a jogar. Acredito muito no coletivo.” Adicionalmente, César Peixoto abordou as estreias de Weverson e Gil Martins, reforçando a aposta na formação e no potencial dos jovens. “Ainda faltam seis jogos. Acreditamos no Weverson, é uma boa opção para o Konan que tem sido titular, mas que tem tido algumas lesões. Ele veio da pré-época, teve uma lesão que o atrasou e o Konan agora tem de trabalhar bem porque tem alguém a morder os calcanhares. O Gil Martins tem estado muito bem nos sub-23, faz parte do projeto do Gil Vicente, tem treinado connosco e mostrou que tem qualidade para estar connosco. Surgiu a oportunidade e para mim a idade é só um número. É importante que os miúdos saibam que estejam atentos e que, se as oportunidades surgirem, vão ser aproveitados.”

Em contraste, João Henriques, técnico do AVS, lamentou a exibição da sua equipa, que considerou abaixo do habitual. “Hoje não fomos a equipa competitiva que temos vindo a ser. Olhamos para a primeira parte e estamos a perder por 2-0 porque não fomos suficientemente agressivos com e sem bola para discutir o jogo com o Gil. Sem agressividade e sem competência, é difícil igualar um jogo destes. Entrámos no jogo com demasiada passividade”, afirmou o treinador. Reconhecendo as dificuldades, Henriques ressaltou a falta de agressividade e a passividade inicial como fatores determinantes para o resultado. “Na segunda parte, entrámos melhor, mas voltámos a sofrer um golo de banda desenhada, sem tirar o mérito ao Gil, e sentenciamos o jogo. Foi um jogo em que não estivemos ao nível dos jogos anteriores porque o Gil, em ataque organizado, teve dificuldades, mas foi muito forte nas bolas paradas porque não fomos agressivos a tirar a bola dessa zona. O Gil Vicente venceu e venceu bem, foi melhor do que nós.”

Apesar do revés, João Henriques mostrou-se confiante na recuperação da equipa para os próximos desafios. “Eu não estava a reconhecer o que a equipa faz e o que costuma fazer. Não é por um jogo que vamos ficar descrentes, mas queremos que a performance seja sempre boa. Hoje estivemos abaixo dos nossos limites e isso permite que sejamos uma equipa vulnerável. Não estamos frustrados com o que vai acontecer na última jornada, mas com o que fizemos neste jogo”, concluiu o treinador do AVS, mostrando que, apesar da derrota, a equipa mantém a sua crença no trabalho e nos objetivos definidos para a temporada. A jornada serviu para mostrar a importância de manter a performance habitual, independentemente do adversário, e a necessidade de rever a abordagem tática para os próximos encontros.

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