Sp. Covilhã condenado a 33 mil euros por corrupção desportiva

  1. Multa de 33 mil euros
  2. Caso de corrupção remonta a 2017/2018
  3. Vítor São Bento condenado a 2 mil euros
  4. Rui Boucinha com pena suspensa

O Tribunal Judicial de Braga condenou, esta quinta-feira, o Sp. Covilhã a uma multa de 33 mil euros devido a um caso de corrupção desportiva que remonta à temporada 2017/2018. O clube da Serra da Estrela foi alvo de um processo que envolveu uma alegada tentativa de aliciamento a jogadores do Gil Vicente por parte de dois diretores desportivos, com o intuito de evitar a descida de divisão na II Liga. Na altura, os jogadores do Gil Vicente já tinham a sua despromoção confirmada, terminando a competição no 19.º lugar, que correspondia ao penúltimo na tabela classificativa.

Esta condenação sublinha a importância da integridade no desporto em Portugal, especialmente numa liga onde os valores esportivos devem ser preservados. A decisão do tribunal também levanta questões sobre a vigilância necessária para combater a corrupção nas competições desportivas.

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Consequências para o Sp. Covilhã

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Além da multa imposta ao clube, o tribunal também condenou Vítor São Bento, que foi guarda-redes do Sp. Covilhã, e Rui Boucinha, ex-jogador nas camadas jovens do Gil Vicente. Ambos receberam multas de dois mil euros e uma pena de três anos de prisão, que foi suspensa, também por crimes relacionados com corrupção desportiva. Este desfecho judicial não só afeta o clube e os indivíduos envolvidos, mas também a percepção pública sobre a honestidade no futebol.

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O Sp. Covilhã enfrenta agora um desafio significativo não só em termos financeiros, mas também na recuperação da sua reputação. A condenação serve como um alerta para outros clubes sobre as consequências da corrupção.

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A situação anterior dos diretores desportivos

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Este caso ocorre em um contexto em que, há cerca de um ano, outros dois antigos diretores desportivos do clube, Vítor Cunha e João Salcedas, haviam sido acusados pelo Ministério Público. No entanto, acabaram por ser ilibados pelo Tribunal Judicial de Braga, o que indica a complexidade e a gravidade das investigações relacionadas com a corrupção desportiva.

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A ilibação desses dois diretores, em contraste com a condenação atual, destaca a importância de um sistema judicial rigoroso e imparcial no tratamento de casos de corrupção no desporto. A luta contra estas práticas é fundamental para assegurar um futuro mais justo e transparente nas competições desportivas portuguesas.