André Villas-Boas, presidente do FC Porto, abordou o mercado de transferências durante a Conferência Bola Branca da Rádio Renascença. O líder portista manifestou o desejo de manter jogadores-chave como Diogo Costa e Rodrigo Mora, ao mesmo tempo que revelou a intenção de resgatar Vitinha.
Relativamente a Diogo Costa, Villas-Boas afirmou que o guarda-redes é muito requisitado
por outros clubes e tem “ambição de jogar noutros campeonatos”
. Contudo, o presidente pediu a Diogo Costa que utilizasse a camisola número 2, uma camisola com “muito peso, memória, peso e carga”
no clube, demonstrando a vontade de o manter no plantel e valorizar a sua ligação ao FC Porto.
Sobre Rodrigo Mora, Villas-Boas explicou que o jogador “se encontrou numa posição diferente”
sob a nova equipa técnica. Embora o sistema atual exija maior intensidade defensiva, o presidente garantiu que “o talento está lá”
e que Mora é “um dos grandes talentos, dos melhores do mundo”
. Apesar de uma abordagem anterior do Ittihad no ano passado, o FC Porto não chegou a acordo e Villas-Boas expressou o desejo de que Mora continue “para bem dos nossos olhos”
.
Villas-Boas revelou ainda a sua vontade de trazer de volta Vitinha, admitindo que o chateia muitas vezes
com essa intenção. O presidente utiliza a expressão “Os bons filhos à casa tornam”
para expressar a esperança de que Vitinha e Rúben Neves um dia regressem ao clube. No que diz respeito a novas aquisições, o presidente confirmou que o clube irá ao mercado por um ponta de lança, devido à ausência de Samu até, pelo menos, meados de novembro. Os alvos já estão identificados, com opções que incluem jovens talentos e jogadores com experiência. Villas-Boas mencionou ainda a aposta em João Afonso, guarda-redes da Liga Revelação.