Diogo Costa e a gestão emocional antes do jogo que pode valer o título ao FC Porto

  1. Diogo Costa sublinha a importância da gestão emocional
  2. FC Porto há 3 épocas sem ganhar o campeonato
  3. Diogo Costa destaca mérito coletivo nos poucos golos sofridos
  4. Partida contra o Alverca decide o título nacional

A antecipação é palpável no Estádio do Dragão. O FC Porto prepara-se para um jogo que pode coroá-lo campeão nacional, um momento de grande expectativa para jogadores e adeptos. Pouco antes de entrar em campo, Diogo Costa, guarda-redes e um dos capitães da equipa, sublinhou a importância crucial da gestão emocional neste desafio decisivo.

“O que significa este jogo não é mais do que a dedicação e o esforço de toda a época. Temos que fazer mais um jogo, o nosso trabalho bem feito. O controlo emocional vai ser muito importante. É difícil esconder tudo isto, não vou ser hipócrita e dizer que o título não nos passa pela cabeça. Sei que as pessoas estão eufóricas, mas nós somos profissionais e temos de fazer o nosso trabalho”, referiu Diogo Costa. As palavras do guarda-redes destacaram a dualidade entre a paixão dos adeptos e a necessidade de profissionalismo dentro das quatro linhas. Diogo Costa não escondeu a saudade de um título que foge há três épocas, um período considerado demasiado longo para um clube como o FC Porto. “Não vou esconder essa saudade de todos, nós e dos adeptos. É algo que ambicionamos desde o início e será a consequência do que fizemos toda a época, temos de fazer o nosso trabalho e respeitar o adversário. Estamos muito agradecidos por esta receção dos adeptos, não só hoje mas em todos os jogos. Fazem parte do clube, da nossa motivação, e o que nos resta é cumprir o sonho deles”, acrescentou, num apelo à união e ao reconhecimento do apoio incondicional da bancada.

Diogo Costa também abordou os desafios da temporada ao assumir o papel de capitão, mencionando eventos difíceis e a responsabilidade de incutir o “ADN FC Porto” nos novos jogadores. “Posso falar de muitas coisas. Aconteceram algumas tragédias, isso para mim foi muito difícil. No meu papel de capitão, o que me deu mais trabalho foi incutir nos novos jogadores o que estava a fazer falta ao nosso clube, estarmos há três anos sem ganhar o campeonato. Trazer o ADN FC Porto, a nossa cultura. Estou extremamente orgulhoso da nossa equipa, todos deram o máximo todos os dias.” Em relação ao seu desempenho individual e ao registo de poucos golos sofridos, o guarda-redes fez questão de salientar o mérito coletivo e o impacto da equipa técnica. “Os golos que não sofremos é mérito de toda a equipa. Nunca me gabo disso. Comparando o ano passado com este, há muitas coisas que contam para que as coisas corram bem. Desde logo a qualidade do mister, que veio dar um novo rumo ao clube e a alguns jogadores. Vem da qualidade da equipa técnica, da qualidade dos treinos”, concluiu, reforçando a ideia de que o sucesso é fruto de um trabalho conjunto. A partida contra o Alverca, a contar para a 32.ª jornada da Liga Portugal Betclic, definirá o destino do título, com o Estádio do Dragão a ser palco de um ambiente eufórico e de grande expectativa.

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