Lino Godinho, adjunto de Francesco Farioli no FC Porto, foi castigado com um jogo de suspensão e uma multa de 4.460 euros após ter sido expulso na vitória dos dragões sobre o Estrela da Amadora (2-1). Esta sanção impede-o de estar no banco de suplentes no próximo jogo decisivo contra o Alverca, que pode garantir o título aos portistas. A reincidência do técnico contribuiu para o valor exacerbado da multa.
De acordo com o mapa de castigos do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), a expulsão de Lino Godinho deveu-se ao facto de ter “saído deliberadamente da área técnica para protestar ou discutir com um elemento da equipa de arbitragem, dizendo: ‘Nunca marcas as faltas!’”, segundo o relatório do árbitro Hélder Carvalho. O adjunto, responsável pelas bolas paradas da equipa azul e branca, terá assim de assistir ao encontro contra o Alverca fora do banco.
Para além da situação de Lino Godinho, o FC Porto foi ainda multado num valor acumulado de 2.675 euros. Esta quantia advém de cânticos ofensivos dirigidos ao Benfica por parte dos adeptos e da deflagração de engenhos pirotécnicos. Também o Benfica não escapou às sanções, recebendo uma multa de 13.390 euros após o jogo com o Moreirense. As infrações incluíram a entrada e arremesso de material pirotécnico, que resultou numa multa de 7.650 euros, e a exibição de uma tarja de tamanho superior ao permitido, que custou 5.740 euros. A tarja em questão, no Topo Sul, continha uma homenagem a um falecido elemento dos No Name Boys: “Não serás esquecido. Eterno Afonso”.