Reações dos treinadores à eliminação na Liga Europa

  1. "o maior desgosto é pelo jogo no Dragão"
  2. Expulsão de Jan Bednarek mudou o jogo
  3. Farioli: "muito orgulhoso deles pelo espírito"
  4. Vítor Pereira: "respeito e gratidão" pelo FC Porto

A eliminação da Liga Europa deixou um sabor amargo no ar, e os treinadores de ambas as equipas, Francesco Farioli do FC Porto e Vítor Pereira do Nottingham Forest, não tardaram em partilhar as suas análises e sentimentos pós-jogo. Farioli, em conferência de imprensa, focou-se na desilusão pelo desempenho no jogo da primeira mão, destacando que “o maior desgosto é pelo jogo no Dragão, onde, potencialmente, poderíamos ter marcado dois ou três golos sem qualquer problema”. Esta declaração sublinha a frustração com as oportunidades perdidas que poderiam ter alterado drasticamente o curso da eliminatória. O técnico italiano também salientou o impacto da expulsão na partida de volta, afirmando: “Quanto a esta noite, tivemos novamente as duas maiores oportunidades. O cartão vermelho do Jan [Bednarek] alterou muito a situação. Não foi fácil reajustar a equipa na primeira parte”. A necessidade de uma reorganização tática em apenas três minutos, após as quatro substituições ao intervalo, demonstra o desafio que a equipa enfrentou.

Apesar da derrota, Farioli expressou orgulho pela prestação da sua equipa. “E destes jogadores, sinceramente, o que dizer? Estou simplesmente muito orgulhoso deles pelo espírito, pela inteligência que demonstram para compreender o jogo, pelo esforço que colocaram em campo. Por isso, provavelmente merecíamos estar na meia-final, mas temos de aceitar o resultado em campo e é tudo. Virar a página e agora preparar bem o jogo de domingo contra o Tondela”. O foco é agora virar a página e preparar o próximo embate, uma clara indicação de que o campeonato nacional é a prioridade. O autogolo na primeira mão, um “episódio bastante singular”, e o ressalto que ditou o golo adversário na segunda mão foram apontados como fatores infortunados. A perda de uma “grande oportunidade no início do jogo, quando o resultado estava 0-0: duas bolas na barra...” reforça estas infelicidades. Farioli concluiu que, apesar de tudo, a equipa “fez tudo o que estava ao nosso alcance”.

Do lado do Nottingham Forest, Vítor Pereira reconheceu o mérito do adversário, mas lamentou as chances perdidas pela sua própria equipa. “Claro, claro que há mérito do FC Porto. Eu já vi muitas equipas com menos um a ganhar jogos. Agora, nós na primeira parte tivemos a oportunidade de fazer duas ou três vezes o segundo golo”. O treinador português sublinhou a importância de ter marcado um segundo golo, pois este teria “criado dúvidas” nos seus jogadores, mas ao mesmo tempo “esperança neles”, referindo-se ao FC Porto. A gestão do jogo foi afetada por problemas de lesões, que impediram uma rotação de jogadores pensada para o próximo jogo contra o Burnley, um desafio “importantíssimo”. A incapacidade de concretizar as oportunidades fez com que o jogo se mantivesse “em aberto até o último minuto”. Vítor Pereira, que passou oito anos no FC Porto, expressou “um respeito muito grande, respeito e gratidão” pelo clube, destacando as “muitas emoções, coisas boas” vividas naquele período, o que confere um tom emotivo e de reconhecimento às suas declarações.

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