Os Maiores Treinadores de FC Porto e Benfica: Um Legado de Vitórias

  1. José Maria Pedroto, "arquiteto da identidade vitoriosa"
  2. Artur Jorge, obreiro da primeira glória europeia (1987)
  3. Mourinho conquistou a Liga dos Campeões (2004)
  4. Béla Guttmann, duas Ligas dos Campeões consecutivas (1961 e 1962)

No sempre apaixonante universo do futebol português, a discussão sobre os maiores treinadores que passaram pelos “três grandes” é tema recorrente e, por vezes, acalorado. O ‘Bancada’ lançou um desafio interessante ao eleger os sete melhores técnicos da história do FC Porto e, de seguida, fez o mesmo para o Benfica. Embora a ordem de apresentação seja aleatória e o exercício não procure consensos, as escolhas procuram homenagear aqueles que deixaram um legado de vitórias e um impacto determinante no ADN de cada clube.

De um lado, a mística de Pedroto e a hegemonia de Conceição no FC Porto; do outro, a revolução de Guttmann e a solidez de Jesus no Benfica. Estes são os nomes que, segundo o ‘Bancada’, merecem destaque pelas suas contribuições inestimáveis.

José Maria Pedroto: O Arquiteto da Identidade Portista

A lista do FC Porto abre com José Maria Pedroto, o “arquiteto da identidade vitoriosa”. Antes da sua chegada, “o clube vivia à sombra de Benfica e Sporting, mas sua filosofia ofensiva e mentalidade vencedora transformaram o Dragão numa potência”, salienta a análise do ‘Bancada’. Pedroto “revolucionou o futebol português com pressing alto, posse de bola e ataques rápidos – conceitos avançados para os anos 70”.

A sua famosa frase “O Porto é uma nação” sintetiza o espírito que implantou no clube, e embora tenha conquistado “dois campeonatos e uma Taça de Portugal”, o seu “maior legado foi mudar a mentalidade portista”. Sem dúvida, “deixou um ADN que influenciou gerações, de Artur Jorge a Mourinho”, segundo o ‘Bancada’.

Artur Jorge: O Obereiro da Primeira Glória Europeia

Artur Jorge entra na história portista como o obreiro da primeira glória europeia. “O treinador que, em 1987, ergueu a Taça dos Campeões contra o Bayern de Munique, escreveu um capítulo eterno no futebol português”, destaca o artigo do ‘Bancada’. Com um “futebol organizado e pragmático”, Artur Jorge “moldou uma equipa imbatível que dominou em Portugal e surpreendeu na Europa”, elevando o prestígio do clube no cenário internacional.

José Mourinho: A Revolução da Dobradinha Europeia

José Mourinho surge como a “revolução” que, entre 2002 e 2004, “transformou um clube de talentos individuais numa máquina coletiva implacável, conquistando títulos históricos com uma estratégia inovadora”, segundo o ‘Bancada’. A maior façanha do técnico foi a “dobradinha europeia: primeiro a Taça UEFA em 2003 (...) seguida pela lendária conquista da Liga dos Campeões em 2004”.

Mourinho “não só deu ao FC Porto sua segunda Liga dos Campeões, como lançou uma nova era no clube”, consolidando um legado que “permanece insuperável”, afirma o ‘Bancada’.

André Villas-Boas: A Juventude no Topo da Europa

André Villas-Boas, por sua vez, demonstrou que “a juventude não é obstáculo para o sucesso”. Em apenas uma temporada, a de 2010/11, “tornou-se o treinador mais jovem a conquistar uma competição europeia, liderando o Dragão a uma campanha histórica” com “futebol ofensivo e dominador”, segundo o ‘Bancada’. A sua equipa, que completou o “campeonato nacional invicto”, deixou um “legado de excelência e recordes que ainda hoje inspira”.

Tomislav Ivić: O Inovador Tático

Tomislav Ivić, apesar da sua breve passagem em 1987-88, deixou uma “marca indelével” e um “legado técnico que influenciou gerações de treinadores”, segundo o ‘Bancada’. Considerado um dos “maiores inovadores táticos do século XX”, a sua principal conquista foi a Supertaça Europeia de 1987, onde o Porto “derrotou o Ajax de Marco van Basten por 2-0”.

Jesualdo Ferreira: A Continuidade Pós-Mourinho

Jesualdo Ferreira, entre 2006 e 2010, “construiu uma das equipas mais consistentes da história do FC Porto, conquistando três campeonatos consecutivos”, provando que “a continuidade pode ser tão valiosa quanto revoluções”, segundo o ‘Bancada’. A sua liderança devolveu a estabilidade ao clube após a saída de Mourinho.

Sérgio Conceição: O Símbolo da Resistência Portista

Mais recentemente, Sérgio Conceição, que chegou em 2017 num período de “pior período em décadas” para o clube, “não só devolveu os troféus ao Dragão como reacendeu a chama da identidade portista”, segundo o ‘Bancada’. Com um “estilo visceral e intenso”, moldou “uma equipa à sua imagem: combativa, vertical e implacável”, tornando-se “um símbolo da resistência portista”. A questão agora, colocada pelo ‘Bancada’, é: “Quem colocaria nesta lista?”

Béla Guttmann: O Visionário da Era Dourada do Benfica

Virando a página para o Benfica, a lista dos sete melhores treinadores também começa com uma figura mítica: Béla Guttmann. A sua chegada em 1959 “marcou o início da era mais gloriosa do clube”, pois “em apenas três anos, este visionário revolucionou não apenas o futebol português, mas deixou um legado que ecoa até hoje no Seixal”, segundo o ‘Bancada’.

Guttmann implementou o “famoso 4x2x4, um sistema tático inovador”, e o seu “maior feito foram as duas Ligas dos Campeões consecutivas (1961 e 1962), derrotando gigantes como Barcelona e Real Madrid”. O “mito dos 100 anos sem título europeu”, supostamente lançado por ele, “tornou-se parte do ADN do clube”.

Jimmy Hagan: O Regresso à Grandeza

Jimmy Hagan, que chegou em 1971, “encontrou um clube em crise – sem vencer o campeonato há oito anos”, mas “em apenas duas temporadas, o inglês não só devolveu as águias ao topo como reacendeu a chama da grandeza com uma equipa lendária”, segundo o ‘Bancada’. A sua equipa da “temporada 1972/73 ficou para a história: o Benfica esmagou a concorrência, conquistando o campeonato com um futebol poderoso no ataque e sólido na defesa”. Hagan “modernizou os métodos de treino” e “preparou o terreno para o regresso do Benfica à elite europeia”.

Jorge Jesus: A Hegemonia do Século XXI

Jorge Jesus, entre 2009 e 2015, “moldou o Benfica mais dominador do século XXI, transformando o clube numa máquina de títulos e espetáculo”, de acordo com o ‘Bancada’. O seu “estilo baseado em posse de bola, transições rápidas e pressing alto produziu um futebol vibrante”, levando a equipa a temporadas de grande sucesso, incluindo “3 campeonatos, 5 Taças da Liga (...) e 1 Taça de Portugal”, além das “finais da Liga Europa de 2013 e 2014”. A sua passagem “devolveu a hegemonia ao Benfica após anos de seca”.

Club Brugge Confirma Interesse em Schjelderup, Benfica Resiste

  1. Ivan Leko elogia Andreas Schjelderup.
  2. Leko: “É muito bom jogador. Já marcou duas vezes contra o Real Madrid”.
  3. Benfica pretende manter Schjelderup até ao final da época.
  4. Mourinho: “Andreas Schjelderup vai continuar no Benfica, pelo menos até o fim da atual temporada”.