Rodrigo Mora abre o coração sobre a sua experiência no FC Porto

  1. Rodrigo Mora marca primeiro golo
  2. Estreia no Estádio do Dragão
  3. Sonho de ser campeão nacional
  4. Apoio incondicional da família

Rodrigo Mora, jovem médio do FC Porto, partilha a sua experiência no futebol e os sonhos que nutre para o futuro. “Nunca mais me vou esquecer. Foi um golo com alguma sorte à mistura, mas também é preciso às vezes. Foi um dia muito bom, ganhámos por 5-0 e isso é o mais importante, mas foi um dia que ficou marcado na minha vida,” recorda ele sobre o seu primeiro golo na equipa principal.

O jovem craque também fala sobre a sua estreia no Estádio do Dragão: “Foi um sonho, porque marcar no Dragão já é uma loucura, mas marcar daquela maneira é ainda melhor. Ouvir o estádio todo a gritar o teu nome era algo que só via na televisão, fiquei mesmo muito contente e grato por aquele momento.”

A Ascensão no Clube

A sua ascensão no clube tem sido rápida. “Sinceramente, não estava à espera de me estrear tão cedo, mas o mister António Folha acreditou em mim e, a partir daí, comecei a trabalhar ainda mais. No ano seguinte consegui fazer jogos a titular e estar a um bom nível na II Liga,” explica Mora sobre a sua evolução na formação, desmistificando a pressão que vem com a fama.

Sobre os recordes, Mora afirma: “É sempre bom ter recordes, mas não me dá pressão. Gosto desses recordes, mas sinceramente são coisas a que não ligo muito. São coisas que, se acontecerem, acontecem, se não acontecerem, está tudo bem.”

Relação com o Treinador

O jovem talento revela também a sua relação com o treinador Martín Anselmi, elogiando a sua abordagem: “Tem sido muito bom. É um mister muito novo, mas já sabe muito de futebol. Estamos a gostar muito de trabalhar com ele. Tenta falar com todos, não só a nível individual, mas também sobre as famílias. Ele procura o bem-estar de cada jogador,” diz. Esta conexão tem contribuído para o seu crescimento.

Mora acrescenta que “acho que melhorei a nível de posicionamento, que foi o que ele mais me deu na cabeça, sobretudo o meu posicionamento quando temos a bola. Por vezes quero mexer-me muito e o melhor é ficar parado. O posicionamento foi o aspeto em que cresci mais.”

A Amizade com Samu

Entre os seus colegas, Mora forma uma amizade especial com Samu. “Acho que foi muito por sermos ambos ainda novos e também pelas nossas posições em campo, pois eu jogo a 10 e ele a ponta de lança. Quando tivemos a oportunidade de jogar juntos a titulares isso fluiu.”

Esta camaradagem é fundamental para a dinâmica da equipa, à medida que ambos trabalham para se tornarem peças-chave na formação do FC Porto.

Sonhos e Aspirações

Mora não esconde a sua paixão pelo clube, manifestando os seus desejos: “Gostava de ser campeão nacional, ir aos Aliados é uma coisa especial e é o meu sonho. Por enquanto, esse é o meu sonho. Acreditem em nós, acreditem nesta equipa e no nosso processo. Somos ainda uma equipa jovem, com um treinador jovem, temos uma longa caminhada pela frente, por isso acreditem em nós e nunca deixem de acreditar.”

Com tanto à sua frente, Rodrigo Mora continua a trabalhar arduamente, mantendo a humildade que o caracteriza, sempre grato pelo apoio da sua família. “Tudo é graças à minha família. São eles que me têm ajudado em tudo, são eles que têm escolhido o caminho certo para mim. Como ainda não tenho carro, são eles que me levam aos treinos, por exemplo. Eles são tudo o que preciso para ter uma grande carreira e estou-lhes muito grato por isso.”

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.