Presidente da APAF e a polémica do VAR no FC Porto-Arouca: "Nem que tivesse sido por sinais de fumo…"

  1. A polémica do VAR no jogo entre o FC Porto e o Arouca continua a gerar discussão
  2. O presidente da APAF defendeu o uso da tecnologia
  3. O FC Porto protesta o uso do telefone em vez do sistema de áudio para a comunicação entre o árbitro e o VAR
Luciano Gonçalves, presidente da APAF, abordou a controvérsia em um artigo de opinião no jornal Record. Ele destacou que, apesar das situações atípicas que ocorreram no jogo e das decisões controversas tomadas pelos intervenientes, o mais importante foi alcançado: a verdade desportiva foi mantida. Ele escreveu: 'Nem que tivesse sido por sinais de fumo... Uma decisão foi revertida e a verdade desportiva foi mantida'. O protesto do FC Porto baseia-se na forma como o árbitro e o VAR se comunicaram, utilizando um telefone em vez de um sistema de áudio. O clube argumenta que o VAR se transformou em 'uma espécie de AAR (áudio-árbitro)'.
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