Julgamento dos Super Dragões prossegue no Porto

  1. Julgamento dos Super Dragões em andamento
  2. Agente da PSP destaca preparação dos confrontos
  3. Arguidos demonstram desrespeito e interrompem depoimentos

O julgamento dos membros da claque dos Super Dragões, acusados de agredir adeptos do Benfica e agentes de autoridade com pedras em 2018, prosseguiu esta quinta-feira no Juízo Local Criminal do Porto. Os arguidos incluem Fernando Madureira, líder dos Super Dragões, e Hugo ‘Polaco’, juntamente com Nuno Vieira, João Vasconcelos, Jorge Coutinho, Artur Araújo, Bruno Rosas, Manuel Pinheiro de Barros e Nuno Lopes.

Um agente da PSP que testemunhou no julgamento destacou a preparação dos confrontos, afirmando que «tivemos um briefing. Sabíamos o tipo de adeptos que iam estar presentes e sabíamos para o que íamos. Havia indícios claros do que estava a ser preparado». O polícia também mencionou a perseguição e intimidação que tem enfrentado, revelando que deixou de poder frequentar o estádio do FC Porto devido a ameaças e que perdeu oportunidades de trabalho, pois já não faz policiamento em jogos.

Durante a sessão no tribunal, os arguidos demonstraram desrespeito e desdém, interrompendo o depoimento do agente da polícia com risos e conversas paralelas. «Futre», um dos arguidos, chegou mesmo a insultar o polícia, chamando-o de mentiroso. O comportamento dos arguidos levou o juiz a interromper várias vezes o julgamento.

O comportamento dos arguidos

Fernando Madureira, líder dos Super Dragões, participou na sessão através de videoconferência, mas não foi ouvido durante o processo. O ambiente na sala de audiências foi tenso, com os arguidos a demonstrarem falta de respeito perante as acusações de agressão e apedrejamento.

O julgamento dos membros da claque dos Super Dragões é acompanhado de perto devido à gravidade dos incidentes ocorridos em 2018, que envolveram confrontos físicos com adeptos do Benfica e agressões a agentes de autoridade. A conduta dos arguidos e a falta de cooperação durante o processo judicial são elementos que têm sido destacados ao longo das sessões.

Candidatura «Por um Vitória maior» critica agendamento de eleições no mesmo dia de jogo da I Liga

  1. A candidatura «Por um Vitória maior» considera o agendamento um «desrespeito pelos valores democráticos e pelos sócios do clube»
  2. As eleições do Vitória Sport Clube estão marcadas para 1 de março, das 9h00 às 19h00, no mesmo dia do jogo da I Liga
  3. A lista de Luís Cirilo Carvalho exorta a direção a propor a alteração da data do jogo, para não interferir com a participação dos sócios
  4. A candidatura de Luís Cirilo Carvalho pede «uma explicação clara» dos critérios usados para este agendamento

Candidatura «Por um Vitória Maior» desagrada com jogo marcado para dia de eleições

  1. «profundo desagrado» face ao que considera ser um «desrespeito pelos valores democráticos e pelos sócios do clube»
  2. jogo marcado para 1 de março, data em que decorrem as eleições do Vitória de Guimarães
  3. votação a decorrer entre as 9h00 e as 19h00 no Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense
  4. Candidatura de Luís Cirilo Carvalho «exorta a que a direção do Vitória, com o acordo do Casa Pia Atlético Clube, proponha alteração do dia do jogo»