Polícias de folga vivem terror na Assembleia Geral do FC Porto
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Dois agentes da PSP, que são sócios do FC Porto, testemunharam momentos de terror na assembleia geral do clube
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Um dos polícias, chefe da PSP, ouviu as ameaças de Vítor Catão aos jornalistas e à polícia
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José Fernando Rio, presidente da Mesa da Assembleia Geral, terá respondido às ameaças com a frase: 'Agora vai tudo para a porrada'
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As ameaças de Catão mostram um ambiente de confronto e hostilidade dentro do clube
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As autoridades estão a investigar os incidentes ocorridos na assembleia geral do FC Porto
Segundo o jornal 'Correio da Manhã', dois elementos da PSP do Porto, que são sócios do FC Porto, foram testemunhas do terrível ambiente vivido durante a assembleia geral do clube. Estes polícias, que são também testemunhas no processo 'Pretoriano', relataram às autoridades que alertaram a Mesa sobre os desacatos iminentes.
O chefe da PSP, que preferiu manter o anonimato, afirmou ter ouvido as ameaças proferidas por Vítor Catão contra os jornalistas e as equipas da polícia presentes. O agente fez um alerta a José Fernando Rio, presidente da Mesa da Assembleia Geral do FC Porto, sobre a conduta criminosa de Catão. No entanto, a resposta que recebeu de José Fernando Rio foi perturbadora: 'Agora vai tudo para a porrada', terá dito o presidente da Mesa da Assembleia Geral.
Este testemunho reforça as tensões existentes dentro do clube, particularmente entre o atual presidente da Mesa da Assembleia Geral e alguns membros da oposição. As ameaças feitas por Catão, um dos membros da direção, são extremamente preocupantes e mostram um ambiente de confronto e hostilidade.
As autoridades estão a investigar os incidentes ocorridos durante a assembleia geral do FC Porto, uma vez que as ameaças proferidas por Vítor Catão podem constituir um crime. É essencial que a justiça seja feita e que sejam tomadas medidas para garantir a segurança em futuras assembleias gerais do clube.