O embate entre Alverca e Estrela da Amadora terminou num emocionante empate a um golo, onde a resiliência da equipa ribatejana foi posta à prova. O treinador Custódio Castro elogiou a resposta dos seus jogadores após terem sofrido o golo da desvantagem aos 81 minutos, afirmando: “Depois de um jogo pouco conseguido em Braga e após nos vermos em desvantagem aos 81 minutos, os jogadores reagiram”. Esta mentalidade demonstrada pela equipa é essencial, segundo o técnico.
O jogo começou de forma complicada para o Alverca, que teve de lidar com a perda de um dos seus jogadores-chave, Alex Amorim. No entanto, Custódio Castro referiu as oportunidades perdidas para serem mais audazes no ataque: “Tivemos uma ou outra oportunidade de golo em que podíamos ter sido mais audazes, mas acabámos por fazer um golo, depois de termos sofrido o golo de penálti”. O golo de Sydney van Hooijdonk, que colocou o Estrela da Amadora à frente, funcionou como um estímulo para a reação do Alverca.
Reação Tardia e Consistência
Com o golo aos 87 minutos, assinalado por Fabrício Garcia, o Alverca conseguiu resgatar um ponto importante. Castro reconheceu que a consistência da equipa é vital, sublinhando: “É muito importante que essa identidade seja consistente. Sabemos que não é fácil e porque é que ela não acontece, mas estamos a trabalhar nesse sentido.” Esta identidade coletiva é fundamental para aumentar a confiança da equipa em momentos difíceis.
Relativamente à necessidade de manter a consistência e à resposta dos adeptos, Castro afirmou: “Os adeptos se identificam com o trabalho desenvolvido”. Este apoio reflete a importância de se manterem unidos e focados na busca por melhores resultados. Ele também falou sobre o impacto da saída de Alex Amorim para o Génova, destacando a responsabilidade que os restantes jogadores devem assumir: “Antes de mais, desejo sorte ao Amorim. Foi a maior venda do clube.”
Desempenho Coletivo e Evolução
Enfatizando a qualidade do jogo do Alverca, o treinador destacou o desempenho coletivo da equipa, mesmo sob pressão: “Acho que fizemos tudo para ganhar. Tentámos e fizemos tudo, num jogo algo amarrado.” Esta determinação em querer fazer mais ilustra a fibra de uma equipa que está em evolução, mesmo quando enfrenta desafios inesperados.
O Alverca, agora no 10.º lugar da tabela com 24 pontos, está a preparar-se para os próximos desafios com a esperança de continuar a construir sobre esta identidade coletiva emergente. O foco na resiliência e na qualidade do desempenho promete trazer melhores resultados nas próximas jornadas.