Rui Borges elogia atuação da sua equipa e apoio dos adeptos após vitória do Sporting

  1. Controlámos o jogo do início ao fim
  2. Os adeptos fizeram-nos sentir que estávamos a jogar em casa
  3. Criámos várias oportunidades para fazer o 2-0
  4. Geny Catamo deu-nos mais capacidade de jogo interior

Depois de mais uma vitória do Sporting, desta vez por 3-0 diante do Estrela da Amadora, o treinador Rui Borges analisou a partida, começando por elogiar o desempenho da sua equipa. “Controlamos o jogo do início ao fim. Podíamos ter chegado ao golo cedo, entrámos bem no jogo, mas não conseguimos marcar. A partir dos 25 minutos o Estrela adormeceu um pouco jogo, que baixou de velocidade”, declarou Borges.

O técnico dos leões destacou ainda a importância do apoio dos adeptos: “Conseguimos puxar o jogo para o nosso lado, num campo difícil, e os nossos adeptos fizeram-nos sentir que estávamos a jogar em casa. Isso foi importante para a equipa para não passar nenhuma desconfiança durante o jogo.”

Análise da exibição

Apesar da vitória confortável, Borges acredita que o resultado poderia ter sido ainda mais dilatado: “Criámos várias oportunidades para fazer o 2-0. Era importante a equipa estar concentrada no momento defensivo, e conseguimos, sustendo as transições e as bolas paradas do Estrela.”

O técnico fez ainda uma análise ao desempenho de Geny Catamo, que entrou na segunda parte e “deu-nos mais capacidade de jogo interior”, bem como ao jovem Sebastián Coates, que tem crescido imenso e “está muito mais dinâmico a jogar no meio”.

Declarações de César Peixoto

Questionado sobre a polémica em torno das declarações de César Peixoto, em que o treinador do Gil Vicente parece desejar que o Benfica seja campeão, Rui Borges desvalorizou o assunto: “Estou muito mais focado no que posso controlar. É a opinião e vontade de cada um e temos de as respeitar. Acho que nunca nenhum me disse (risos). Não importa, não nos preocupamos com o resto, o resto será sempre o resto. É nós Sporting, nós estrutura, nós clube e nós adeptos, que hoje foram fenomenais.”

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.