Orgulho prevalece na eliminação do SC Braga da Liga Europa

  1. António Salvador: "Não terão de esperar mais 15 anos"
  2. Derrota frente ao Friburgo por 3-1
  3. Barroso: "Grande atitude de toda a equipa"
  4. Encaixe de 25,568 milhões de euros

A eliminação do Sporting de Braga nas meias-finais da Liga Europa deixou um misto de emoções, mas o sentimento de orgulho parece ser o prevalecente. Segundo António Salvador, presidente do clube, “Aos sócios e adeptos deixo uma convicção: desta vez, não terão de esperar mais 15 anos para voltar a ver o SC Braga numa meia-final europeia. Sinto, e tudo farei, para que em breve estejamos novamente nesta posição, para então sim chegarmos ao jogo mais desejado”. Estas palavras, proferidas um dia após a derrota frente ao Friburgo, por 3-1, ecoam a confiança de um líder que vê o futuro com otimismo. O Sporting de Braga, que perdeu a oportunidade de chegar a uma final europeia, como a de 2010/11 frente ao FC Porto, deixa uma marca significativa na competição. “Orgulho! É este o sentimento que deve prevalecer na hora em que se encerra uma entusiasmante temporada europeia (iniciada na Bulgária, a 24 de julho do ano passado), que tantas alegrias nos deu e que tantos momentos deixou para a nossa memória coletiva”, acrescentou Salvador, evidenciando o percurso notável da equipa.

Apesar da eliminação, a sensação de que o Sporting de Braga poderia ter ido mais longe persiste. De acordo com Barroso, antigo jogador arsenalista, “fica a sensação de que o Sporting Braga podia ter chegado à final, mas também as coisas correram todas mal”, com “alguns erros, muitos lesionados”. Contudo, Barroso sublinha: “Mas há que realçar a grande atitude de toda a equipa, grande esforço. Não é fácil ficar sem um jogador logo no início da partida, num jogo importantíssimo, foi um esforço enorme. Penso que todos os bracarenses podem e devem estar orgulhosos do que a equipa fez durante todo este período desta época na Liga Europa e claro que para a próxima tenta-se ser melhor”. A resiliência da equipa, mesmo face às adversidades, é um ponto que tanto o presidente como os antigos jogadores fazem questão de salientar. António Salvador destacou ainda o feito inédito de uma equipa, que iniciou o seu percurso na segunda pré-eliminatória, ter chegado tão longe na prova. “Não foi o acaso que nos trouxe até aqui, mas antes metas claras e compromissos coletivos. Foi na Holanda, no fim do último jogo da fase de liga, que todos abraçamos o objetivo de só parar em Istambul. Era justo que assim tivesse sido”, defendeu Salvador.

O mérito de Carlos Vicens, treinador espanhol, também foi realçado por ambos. Barroso afirmou que “o Carlos Vicens tem feito um grande trabalho, tem demonstrado que é um excelente treinador e a prova disso é que a equipa vem sempre em evolução”. De igual modo, o presidente elogiou o técnico: “O mister Carlos Vicens tem enorme mérito neste percurso, porque foi o primeiro a personificar a crença e a convicção de que era possível”. Este reconhecimento evidencia a importância do comando técnico no sucesso alcançado durante a competição. O clube, que se despede da Europa com um encaixe significativo de 25,568 milhões de euros, consolida a sua ambição de dar dimensão europeia ao Sporting de Braga, fechando a época “às portas do top-30 do ranking da UEFA”. Com este desempenho, os

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