PSP nega acusações do Betis em jogo da Liga Europa

  1. PSP nega "situação perigosa"
  2. Atrasos devido a pirotecnia
  3. Quatro autos de contraordenação
  4. Jogo em Sevilha a 16 abril

A Polícia de Segurança Pública (PSP) negou veementemente as acusações do Real Betis de uma situação perigosa durante o jogo da Liga Europa contra o Sporting de Braga. A força policial atribuiu os atrasos nas revistas de segurança na entrada do estádio à deteção de pirotecnia por parte dos adeptos do clube espanhol. Este esclarecimento surge em resposta à queixa formal apresentada pelo Betis à UEFA, onde o clube alegava que os seus adeptos foram mantidos em condições deploráveis numa escadaria por uma hora e meia.

A PSP garantiu que a operação de segurança, considerada de risco elevado, foi reforçada em Braga e decorreu sem incidentes críticos. Contudo, a deflagração de vários artefactos pirotécnicos por adeptos do Betis, a caminho do estádio, levou ao reforço das revistas de segurança. A polícia confirmou que a demora na entrada dos adeptos espanhóis se deveu à suspeita inteiramente fundada de transporte de pirotecnia, resultando em quatro autos de contraordenação, uma detenção e a expulsão de dois adeptos. A PSP esclareceu ainda que o recinto possui uma entrada exclusiva e segregada para visitantes, com capacidade para 30 autocarros, e que a escadaria de acesso não registou alterações de ordem pública ou situações de pânico.

Em contraste com as alegações do Betis, que afirmam que muitos adeptos entraram no estádio após o 25.º minuto de jogo e que a operação de segurança foi insuficiente, a PSP e o Sporting de Braga rejeitaram as responsabilidades. O clube minhoto explicou que a saída do ponto de encontro foi atrasada e que a deteção de pirotecnia e bilhetes irregulares exigiram revistas mais demoradas, garantindo que todos os adeptos entraram até ao minuto 15. A eliminatória, que se encontra empatada 1-1, será decidida em Sevilha no próximo dia 16 de abril.

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