Liga Portugal e Sp. Braga em ações distintas para a proteção do futebol

  1. Liga Portugal combate contrafação de produtos.
  2. Sp. Braga reúne com Governo e entidades desportivas.
  3. Encontro do Sp. Braga após dérbi de 21 de fevereiro.
  4. Ações concretas esperadas após reuniões.

A Liga Portugal intensifica o combate à contrafação de produtos desportivos, apresentando uma participação criminal ao Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto. Esta iniciativa visa proteger os direitos das Sociedades Desportivas que participam nas competições profissionais, cujas marcas e logótipos têm sido indevidamente utilizados na venda de réplicas de camisolas, equipamentos, cachecóis, t-shirts, bonés e outros acessórios. A queixa surge após a identificação de diversos sites e contas em plataformas digitais envolvidos nesta prática, que acarreta prejuízos económicos significativos para os clubes. A Liga Portugal fundamenta a sua ação no Código de Processo Penal, no Código Penal e no Código da Propriedade Industrial, apontando para crimes de contrafação, imitação e uso ilegal de marca, bem como violação do exclusivo de logótipo.

Em paralelo, o Sporting Clube de Braga reuniu com representantes do Governo, incluindo as Secretarias de Estado do Desporto e da Administração Interna, a Federação Portuguesa de Futebol e a própria Liga Portugal. O encontro, que teve lugar no Campus XXI, em Lisboa, decorreu na sequência dos acontecimentos registados no dérbi com o Vitória de Guimarães a 21 de fevereiro. O comunicado emitido pelo Sp. Braga após a reunião destaca a necessidade de concretizar iniciativas de apoio ao futebol, promover a proximidade com as comunidades e valorizar a liberdade de expressão dos adeptos, considerados um ativo essencial. O clube minhoto reitera que a defesa destes interesses deve ser mais efetiva e regista o alinhamento positivo verificado nas reuniões, aguardando agora ações concretas que se traduzam em procedimentos mais coordenados entre todas as partes.

A Liga Portugal reafirma o seu compromisso em utilizar todos os instrumentos legais disponíveis para salvaguardar os direitos dos seus associados e proteger os adeptos e consumidores, trabalhando em conjunto com as autoridades judiciárias e entidades competentes. O Sp. Braga, por seu lado, indicou que, apesar do término desta ronda de audiências, continuará a acompanhar os factos relacionados com o jogo de 21 de fevereiro e a prestar suporte aos sócios que solicitaram apoio nos processos que estão a ser instaurados. O clube minhoto admite ainda a possibilidade de voltar a abordar os factos e as suas consequências após a recolha de toda a informação necessária, demonstrando a sua contínua atenção à defesa dos seus interesses e dos seus adeptos.

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