Fernando de Almeida Santos critica PSP por censura

  1. Fernando de Almeida Santos critica a PSP
  2. Tarja de 2500 metros quadrados foi proibida
  3. Decisão da PSP considerada descuidada
  4. Pedido de desculpas ao Sporting de Braga

O presidente da mesa da assembleia-geral do Braga, Fernando de Almeida Santos, expressou a sua indignação em relação à Polícia de Segurança Pública (PSP), acusando-a de censura. O dirigente destacou que a única razão inicialmente apresentada pela PSP para proibir uma tarja no jogo contra o Vitória de Guimarães foi que o conteúdo das tarjas, com 2.500 metros quadrados, não se enquadrava no apoio ao clube.

Em uma defesa clara do apoio à cidade e ao seu clube, Fernando de Almeida Santos afirmou: “a tarja é claramente alusiva à cidade de Braga, tem inclusivamente o primeiro emblema do Sporting Clube de Braga lá”, sublinhando a incoerência na decisão da PSP. Ele caracterizou a decisão como “absolutamente descuidada do comando distrital da PSP do ponto de vista da autorização”.

Além disso, o dirigente fez referência a uma mudança nas justificativas da PSP, que numa segunda instância alegou questões de segurança relacionadas com a inflamabilidade dos materiais da tarja. “Ou seja, a primeira grande razão não tinha nada a ver com segurança”, comentou Santos, criticando a falta de humildade em reconhecer o erro. "Claramente nota-se que existe aqui uma falta de humildade e um descuido da PSP perante a situação, que revoltou a direção do Sporting de Braga”, acrescentou.

A declaração enfatiza a decepção por parte do clube, que viu os seus esforços para expressar apoio à cidade serem inibidos. O presidente da AG reiterou que a PSP “presta muito bom serviço à sociedade”, mas é fundamental que a polícia saiba reconhecer seus erros. “Neste caso particular, deve um pedido de desculpas ao Sporting de Braga”, concluiu, indicando que a decisão causou frustração e reações inesperadas entre os adeptos.

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