Vítor Murta esclarece polémica frase sobre salários

  1. Vítor Murta esclareceu a frase polémica sobre os salários em atraso
  2. O presidente do Boavista explicou que a frase foi mal interpretada
  3. Durante a sua presidência, houve a reposição no pagamento de subsídios a todos os trabalhadores
  4. O Boavista pagou integralmente os salários dos jogadores durante a pandemia

Durante a conferência de imprensa de antevisão ao jogo contra o Gil Vicente, Vítor Murta afirmou que 'dois meses de salário em atraso não matam ninguém'. Esta afirmação gerou controvérsia e agora o presidente do Boavista esclareceu o seu significado.

Em declarações ao jornal O JOGO, Vítor Murta explicou que as suas palavras foram mal interpretadas. Ele afirmou: 'As minhas declarações de hoje surgiram em reposta a uma pergunta sobre reanimar o Boavista. Para reanimar, tem de se estar morto e não é por devermos dois salários que estamos mortos'. O presidente também fez questão de salientar que, durante a sua presidência, houve a reposição no pagamento de subsídios a todos os trabalhadores do clube.

Vítor Murta aproveitou a oportunidade para destacar o esforço do Boavista em honrar os compromissos salariais, mesmo durante a pandemia. Ele mencionou que, ao contrário de outros clubes que optaram pelo layoff, o Boavista pagou integralmente os salários dos jogadores.

O presidente também sublinhou que é injusto fazer julgamentos baseados em comentários descontextualizados. Ele acrescentou: 'Não haja dúvidas do sofrimento diário, por mim sentido ao ver as dificuldades que todos nós - sem exceção - passamos'.

Com esta explicação, Vítor Murta procurou esclarecer a sua posição em relação aos salários em atraso no Boavista. Ele enfatizou que a situação não é exclusiva do clube e que o Boavista assume a verdade em vez de tentar ocultá-la, como alguns outros clubes fazem.

Vitória Oliveira bate recorde nacional dos 3.000 metros marcha nos Campeonatos Nacionais de Atletismo

  1. Vitória Oliveira bateu o recorde nacional dos 3.000 metros marcha, que durava há mais de 10 anos
  2. Oliveira cumpriu a distância em 12.13,39 minutos, batendo o recorde anterior de Ana Cabecinha
  3. Nuno Pereira, do Sporting, venceu os 1.500 metros masculinos com novo recorde do campeonato
  4. Patrícia Silva, do Sporting, venceu os 1.500 metros femininos com novo recorde do campeonato