O vice-presidente do Benfica, Domingo Almeida Lima, rejeita a noção de que o movimento das Casas do clube esteja a atravessar uma crise. Em antecipação ao Jogo das Casas, agendado para este sábado, no qual a equipa defronta o Moreirense, Almeida Lima sublinhou a relevância de um congresso a ser realizado nos dias 3 e 4 de julho, no pavilhão n.º 2 do Estádio da Luz.
Durante este congresso, espera-se que os participantes analisem as perspetivas para as Casas do Benfica nos próximos cinco a dez anos. Almeida Lima enfatizou que “a participação de todos é fulcral”
e manifestou a expectativa de uma elevada adesão por parte dos dirigentes das Casas. O vice-presidente tem visitado diversas regiões de Portugal para entender as expectativas das embaixadas neste espaço, que ele descreve como uma oportunidade de revitalização
.
Almeida Lima também anunciou o alargamento deste movimento, destacando a reabertura da Casa de Freamunde, bem como a reinauguração das Casas de Benguela e Luanda, em Angola. Além disso, fez menção ao regresso da Casa de Montreal, no Canadá, e à criação de novas Casas em Redondo e Cantanhede. A reabertura da Casa de Vila Nova de Foz Côa e o desenvolvimento de uma Casa Benfica no Luxemburgo, que incluirá uma Escola de Futebol do clube, também estão em planos futuros.