Óscar Cardozo encerra carreira aos 42 anos

  1. Melhor marcador estrangeiro do Benfica
  2. Cardozo jogou no Benfica de 2007 a 2014
  3. Quim jogou com Cardozo no Benfica
  4. Cardozo terminou carreira aos 42 anos

“O melhor marcador estrangeiro da nossa história.” É com esta frase que o Benfica assinala, nas redes sociais, esta quinta-feira, o adeus de Óscar Cardozo ao futebol. O ponta de lança paraguaio fez história na Luz e encerra a carreira aos 42 anos, depois de ter vestido a camisola do Libertad em 2025. Os últimos anos foram, aliás, passados em casa, no futebol paraguaio, mas sempre coroados de golos.

“Não é fácil, hoje em dia, um jogador fazer carreira até tão tarde, sobretudo um avançado, não é fácil chegar até aos 42 anos. O Óscar conseguiu, fez uma carreira fantástica e fico feliz por ele, merece-o. Continua a ser um dos grandes ídolos do Benfica, o melhor marcador estrangeiro do [clube], e isso diz muito”, destacou Quim, antigo guarda-redes, em declarações à agência Lusa. O futebolista paraguaio Óscar 'Tacuara' Cardozo, que brilhou no Benfica entre 2007 e 2014, anunciou na quarta-feira o termo da sua carreira, aos 42 anos, após mais de 20 épocas. Quim recordou a chegada de Óscar 'Tacuara' Cardozo ao Benfica e as três épocas “muito felizes” em que partilhou plantel e balneário com o paraguaio no clube da Luz, entre 2007/08 e 2009/10.

“Quando chegou [ao Benfica], sinceramente, eu não o conhecia, mas ambientou-se muito bem. O Óscar não era um daqueles jogadores que revolucionava um balneário, era tranquilo, fazia o seu, não entrava em muitas brincadeiras, no início, mas era um jogador humilde, que se ambientou muito bem ao futebol português, e formámos um grupo fantástico”, frisou Quim. Para o ex-guardião famalicense, ainda que o avançado paraguaio não fosse “um jogador de profundidade, de correr muito”, era “um ponta de lança de área, que fazia muitos golos”, e que foi demonstrando aos adeptos “a qualidade daquele pé esquerdo fantástico”. Quanto às qualidades pessoais de 'Tacuara', Quim voltou a destacar a humildade que sempre acompanhou o internacional paraguaio, afirmando rever-se na forma de ser do ex-colega de plantel. “Apesar do sucesso todo que tinha, fazendo golos ou não, mantinha-se sempre igual, sempre humilde, acima de tudo. Revejo-me muito na forma de ser do Óscar, tranquila, pacata, e não tenho a menor dúvida que o ajudou na sua carreira”, concluiu.

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