Ex-Benfiquistas Gaitán e Saviola comentam polémica de Prestianni

  1. Jogo Benfica x Real Madrid
  2. 17 de fevereiro de 2026
  3. Investigação UEFA a Prestianni
  4. Saviola: “Não estamos a favor que se digam coisas que não devem ser ditas”

Os antigos jogadores argentinos do Benfica, Nico Gaitán e Javier Saviola, manifestaram a sua opinião sobre a controvérsia que envolveu o jogo entre o Benfica e o Real Madrid, a contar para o play-off da Liga dos Campeões, a 17 de fevereiro de 2026. A polémica centrou-se na alegada conduta de Prestianni, extremo das águias, que se encontra sob investigação da UEFA devido a possíveis insultos racistas dirigidos a Vinícius Júnior, avançado do clube espanhol. Em declarações à “Marca”, ambos os ex-futebolistas realçaram a necessidade de conduta exemplar e salientaram as complexidades das emoções dentro de campo.

Saviola, que vestiu as camisolas de clubes de grande dimensão como o Benfica, o Real Madrid e o Barcelona, expressou uma posição clara: “Não estamos a favor que se digam coisas que não devem ser ditas e também não estamos a favor da provocação ou de atitudes desmedidas que acontecem dentro do campo.” Este seu posicionamento foi corroborado pelo compatriota Gaitán, que acrescentou um ponto de vista crucial sobre a perceção pública dos acontecimentos. Gaitán observou que “só eles sabem o que aconteceu, mas a polémica que se gera no campo faz com que quem está fora, e não sabe o que se passou, reaja de forma emocional, sendo depois muito difícil controlar as reações de 30 ou 50 mil pessoas”.

Nico Gaitán aprofundou a sua análise, sublinhando que “seria bom que o futebol começasse a transmitir uma mensagem positiva, não apenas quando a cabeça está fria, mas também quando as emoções estão ao rubro”. Saviola realçou ainda que “aquele jogo entre Benfica e Real Madrid foi excelente, mas acabou por ficar marcado apenas pelo que se passou; o jogador deve ser sempre o primeiro a dar o exemplo dentro do campo”. Gaitán concluiu a sua reflexão com uma perspetiva sobre a consistência do comportamento dos atletas, afirmando que “a atitude deve ser a mesma desde o início do jogo, quando tudo está bem, deixando de lado o que acontece depois. Os jogadores sentem mil emoções por minuto e, por vezes, nem se apercebem, mas é fundamental colocar o futebol à frente de tudo o que de mau possa suceder”.

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