João Félix aborda carreira, Liga saudita e Seleção Nacional

  1. João Félix destaca importância de jogar na sua posição de eleição
  2. Félix elogia Jorge Jesus como treinador e pessoa
  3. Avançado considera a Liga saudita competitiva
  4. Jogador confiante na Seleção Nacional apesar do jogo

João Félix, em conferência de imprensa durante o estágio da Seleção Nacional nos Estados Unidos, abordou a sua fase de carreira e a adaptação à Liga saudita. O avançado do Al Nassr salientou a importância de jogar na sua posição de eleição, aquela em que se destacou ao serviço do Benfica. Ele afirmou: “Cada um põe a pressão que quer em si mesmo. Simplesmente tenho tido regularidade de minutos, de jogos. Estou a jogar na minha posição, que foi nessa posição que eu me destaquei no Benfica. Um sistema de jogo que me favorece bastante. E passa muito por isso, eu sempre disse que confia em mim plenamente. Principalmente quando jogo na minha posição.” Félix também comentou a questão das lesões, referindo que é um tema a evitar para não gerar ansiedade, especialmente perto de grandes competições. Ele acrescentou: “Estas lesões é sempre um tema chato, acho que o melhor é nem pensar nisso. Nem pensar, nem falar, nem imaginar, porque é sempre um momento chato da nossa carreira. Principalmente nestes momentos que estamos perto destas competições que há de quatro em quatro anos. Ou seja, é preparar-nos da melhor maneira. Cada um fazer o seu trabalho individual que tem de fazer. Prevenção de lesões, tudo o que for para ajudar e é não pensar nisso. Deus queira que não aconteça a ninguém.”

O jogador formado no Benfica não deixou de comentar a experiência de trabalhar com Jorge Jesus na Arábia Saudita. Félix revelou ter ouvido inúmeras histórias sobre o técnico e descreveu-o como um treinador diferente, mas igualmente um grande treinador e uma excelente pessoa, com quem tem aprendido bastante. Ele explicou: “Trabalhar com Cristiano, já tinha estado aqui bastante tempo na seleção. Acaba por ser igual ao trabalho que fazia aqui. Sempre muito profissional. O mister Jorge Jesus já tinha ouvido inúmeras histórias sobre ele. Primeira vez que trabalhei com ele. É um treinador diferente. Um grande treinador. Uma excelente pessoa também e tenho aprendido bastante com ele. Tem-me ajudado bastante. Até agora só tenho a agradecer pelo que tem feito comigo e pelas oportunidades que me tem dado.” Sobre a competitividade da Liga saudita, Félix admitiu que é uma liga diferente, mas ressalvou que, à exceção de “três ou quatro equipas ali do fundo da tabela”, a vitória nunca é garantida, dado que “o campeonato falta oito jornadas e ainda quatro equipas estão na luta pelo título”, o que a torna uma liga competitiva.

Félix abordou ainda a performance da Seleção Nacional, reconhecendo que o jogo com o México ocorreu numa situação diferente, com jogadores a não atuarem juntos desde novembro, o que levou a que “as ideias não estavam bem assentes”. Apesar disso, considerou que não foi um jogo assim tão mau, e mostrou confiança na capacidade de finalização da equipa, atribuindo o falhanço a um dia atípico que “no próximo jogo já vai melhorar”. O avançado assegurou que o grupo está tranquilo e que “é fácil entrar neste grupo porque todos se sentem em casa”. O regresso a Portugal após a aterragem em Cancún foi marcado por uma brincadeira ao questionar “¿Qué pasa, wey?”, demonstrando o bom ambiente no grupo.

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