Reinaldo Teixeira fala sobre a centralização dos direitos audiovisuais

  1. Reinaldo Teixeira é presidente
  2. Processo continua apesar da saída do Benfica
  3. Importância da colaboração entre clubes
  4. Dificuldades no calendário desportivo

Reinaldo Teixeira, presidente da Liga de Clubes, abordou a evolução do processo de centralização dos direitos audiovisuais, afirmando que este continua a avançar, apesar da saída do Benfica do projeto. O dirigente destacou a importância da comunicação com todos os clubes e a necessidade de colaboração contínua entre as sociedades desportivas.

“Felizmente, [o processo] tem avançado muito. Temos tido a cooperação e diálogos permanentes com todos os clubes, com todas as sociedades desportivas, e temos tido uma interação grande e muito eficiente com a Autoridade da Concorrência (AdC)”, afirmou Teixeira, elogiando os esforços da Liga em promover um ambiente de trabalho colaborativo. Ele ressaltou que, mesmo com o Benfica fora do projeto, o diálogo permanece ativo: “Na altura, o Benfica saiu da Liga Centralização; foi uma decisão que teve, mas mantemos sempre a informação e a articulação com o Benfica, assim como com as demais redes desportivas. Estamos a trabalhar em conjunto com todas as sociedades desportivas.

Teixeira também fez referência às dificuldades enfrentadas pelas equipas devido ao calendário desportivo, especialmente após as competições europeias. “Dar os parabéns às equipas pelo que conseguimos a nível europeu. Esses momentos, depois, trazem alguma dificuldade de calendário. Os regulamentos são para se cumprir, têm regras; a comissão de calendários assim o decidiu e está marcada já a data. Felizmente, as equipas tiveram o sucesso que tiveram. É a velha história: não há bela sem senão. Respeitámos os regulamentos e as indicações da comissão de calendários. Aplica-se ao clube A, B ou C”, precisou. O presidente da Liga também frisou a responsabilidade de encontrar soluções que beneficiem todas as sociedades desportivas, buscando novos patrocínios e condições que aumentem as receitas e reduzam custos: “Temos de tentar encurtar os custos e aumentar as receitas para todo o universo das sociedades desportivas. É nisso que estamos a trabalhar, com novos patrocínios, novas condições, tentar reduzir custos e por aí vamos continuar, porque é o papel da LPFP ser um facilitador de processos”.

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