No futebol, as escolhas de jogadores podem surpreender, especialmente quando um atleta em ascensão, como Elliot Dahl, fica de fora das convocações nacionais.
O selecionador da Suécia, Graham Potter, chocou muitos ao não incluir Samuel Dahl no play-off de apuramento para o Mundial. A sua decisão recaiu sobre o jovem Elliot Stoud, de 23 anos, do Mjallby, que foi escolhido por ter realizado uma campanha fantástica
. Potter citou um feeling
como justificação para essa escolha, afirmando que nenhum aspecto estava relacionado com Samuel, simplesmente que Elliot merecia uma oportunidade.
Desempenho de Dahl no Benfica
A situação torna-se ainda mais complexa ao olharmos para a ascensão de Dahl no Benfica, onde rapidamente se estabeleceu como um pilar defensivo, esmagando a concorrência e evidenciando-se na ala esquerda. O seu desempenho não passou despercebido ao próprio José Mourinho, que elogiou Dahl, afirmando que “foi um dos jogadores que cresceram desde que cá estou”
. Com 45 jogos disputados e uma média constante de minutos, Dahl é o jogador de campo mais utilizado em Portugal, o que só reforça a sua importância dentro de campo.
O treinador português acrescentou que a melhoria de Dahl foi evidente desde a sua chegada, tendo referido: “Já fez golos e assistências importantes. Acabou de fazer golo da vitória em Braga”
. Com uma passagem de seis meses no clube e uma eventual compra por 9 milhões de euros, Dahl não apenas conquistou Mourinho, mas também a confiança dos adeptos do Benfica.
Reflexões sobre a convocatória
Apesar da pressão positiva de sua performance no Benfica, onde continua a demonstrar grande regularidade física e eficácia em duelos, a decisão de Potter parece desafiar essa consistência. Isto suscita questões sobre como as decisões do selecionador podem, neste contexto, ter influências e se haverá mais a ser descoberto nas futuras convocatórias da seleção sueca.