Rui Costa critica castigo a Mourinho e decisões no futebol português

  1. Rui Costa critica decisões no futebol
  2. Benfica prejudicado por decisões
  3. Mourinho castigado injustamente
  4. Exige igualdade competitiva

Durante a gala dos Galardões Cosme Damião, o presidente do Benfica, Rui Costa, não poupou críticas às recentes decisões no futebol português, em particular ao castigo imposto a José Mourinho e às situações que, alegadamente, têm prejudicado o clube. Com um discurso incisivo, o líder encarnado reiterou a posição do Benfica e a necessidade de respeito e igualdade competitiva no desporto nacional.

Rui Costa iniciou a sua intervenção felicitando os premiados da noite, destacando a importância de honrar o símbolo do clube. “Quero começar por felicitar os premiados desta noite. Foram os nossos sócios e adeptos que vos escolheram para entrar nesta galeria restrita. Parabéns a cada um de vós por honrarem o nosso símbolo e por provarem que o mérito, no Benfica, é sempre recompensado por quem mais manda no clube. Cada atleta que veste o nosso símbolo representa milhões de Benfiquistas apaixonados. Vestir esta camisola é uma honra, mas é, acima de tudo, uma enorme responsabilidade. Exige rigor, entrega, e uma permanente ambição de vencer. Quem enverga este símbolo sabe que carrega consigo uma história pesada de glória e uma exigência que nunca se esgota”, afirmou o presidente.

Abordando o balanço desportivo do último ano, o presidente do Benfica não se absteve de fazer uma autocrítica, mas sublinhou a inaceitabilidade de certas situações no futebol português. “Ao fazermos o balanço desportivo do último ano, vemos conquistas que nos orgulham, mas somos os primeiros a ser autocríticos. No futebol masculino, assumimos sem rodeios: não estamos no lugar que queríamos, e sempre assim será desde que não estejamos em primeiro. Não fugimos a essa responsabilidade. Mas não podemos, nem vamos aceitar de forma alguma o que se tem passado no futebol português. Não podemos esquecer a forma como nos tiraram uma Taça de Portugal, nem ao que temos assistido ao longo deste campeonato”, declarou Rui Costa.

O tom de Rui Costa tornou-se mais veemente ao referir o castigo de José Mourinho e a situação da última jornada. “O exemplo da última jornada em Arouca é gritante, mas é só mais um exemplo, comparativamente ao que temos visto noutros campos. Tal como também não podemos aceitar o castigo inqualificável aplicado a José Mourinho por factos que comprovadamente não aconteceram. Exigimos rigor. Exigimos respeito pelo Benfica. Exigimos competir em igualdade de circunstâncias com os nossos adversários. Continuaremos a lutar pelos nossos objetivos até ao último fôlego, é isso que eu exijo. Mas é imperativo que nos deixem lutar com as mesmas armas dos nossos rivais”, concluiu.

No pódio da gala, Fredrik Aursnes foi eleito Futebolista do Ano e surpreendeu ao expressar-se em português. José Augusto, galardoado com o Prémio Mérito e Dedicação, também emocionou com o seu discurso. “Viva o Benfica! A todos os presentes e vivem o melhor que o Benfica tem. E eu sinto-me realmente preso por tudo isso... e viva o Benfica! Isto vai comigo quando deixar de ter a vida que tenho. Este [troféu] vai ficar comigo. Deixem-me dizer aquilo que mais gosto. Viva o Benfica”, proferiu José Augusto. Estas palavras sublinham o forte sentido de pertença e paixão que os elementos ligados ao clube sentem.

Apesar da autocrítica desportiva, a mensagem do presidente foi clara: “Ao fazermos o balanço desportivo do último ano, vemos conquistas que nos orgulham, mas somos os primeiros a ser autocríticos. Sem rodeios, não estamos no lugar que queríamos. E sempre assim será, desde que não estejamos em primeiro”. A sua intervenção serviu como um apelo à reflexão sobre a integridade e justiça no futebol português. “Não fugimos, nem nunca fugiremos dessa responsabilidade. Mas não podemos, nem vamos aceitar, de forma alguma, o que se tem passado no futebol português. Não podemos esquecer a forma como nos tiraram uma Taça de Portugal, nem ao que temos assistido ao longo deste campeonato. O exemplo da última jornada em Arouca é gritante, mas é só mais um exemplo comparativamente ao que temos visto nos outros campos”, reforçou Rui Costa. “Também não podemos aceitar o castigo inqualificável a José Mourinho por factos que comprovadamente não aconteceram. Exigimos rigor, exigimos respeito pelo Benfica e competir em igualdade com os nossos adversários. Continuaremos a lutar pelos nossos objetivos até ao último fôlego. É o que exijo. Mas é imperativo que nos deixem lutar com as mesmas armas que os nossos rivais”, concluiu, deixando clara a posição do Benfica quanto aos desafios e aspirações futuras.

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