Diana Silva, avançada do Benfica, expressou uma grande satisfação ao revelar: “Foi uma fase difícil para mim, ainda foram dois meses e qualquer coisa parada, mas também sinto que foi uma recuperação muito bem acompanhada no clube. Recuperei da melhor forma possível e, neste momento, sinto-me a 100% para ajudar a seleção”
. A atleta, que retornou de uma grave lesão, fez saber que está focada nos desafios que a seleção feminina enfrenta nos próximos jogos de qualificação.
O ambiente de motivação é palpável no seio da equipa. Silva destacou a determinação que reina no balneário, compartilhando: “Estamos extremamente motivadas. É sempre muito bom estar a fazer parte deste processo de apuramento para fases finais de Europeus e Mundiais e, neste caso, estamos motivadíssimas para marcar outra vez presença no Mundial”
. Esta ambição é crucial, especialmente em jogos contra adversários como a Finlândia, que, segundo ela, é uma “seleção realmente muito competitiva e difícil”
.
Ana Capeta, jogadora da Juventus, também fez questão de partilhar sua perspectiva sobre a fase de preparação: “Como é óbvio, uma avançada vive de golos e quero muito fazê-los. Muitas das vezes não é possível e não corre sempre como queremos, mas estamos a jogar bem, só nos falta fazer o golo e é isso que temos trabalhado. Treinar mais o último terço e tenho a certeza de que vai tudo correr bem”
. A jogadora mostra-se otimista e determinada em trazer seu bom momento no clube para a seleção, mencionando o desejo de garantir a qualificação para o Mundial 2027.
Ambas as jogadoras reconhecem a importância de estar atentas e focadas nas adversárias, especialmente em um momento de tanta competitividade. Silva alerta que: “Vamos ter de estar focadas até ao fim e sempre a desconfiar do adversário”
. Com os dois jogos de qualificação se aproximando, tanto Capeta quanto Silva prometem lutar para que a seleção possa garantir os pontos necessários na luta pela qualificação.