O episódio que envolveu Sidny Cabral e Vinícius Júnior trouxe à tona discussões sobre o ambiente interno nas equipas de futebol. A troca de camisolas entre os jogadores não aconteceu, pois Sidny percebeu logo após fazer o pedido que o gesto poderia gerar problemas internos no Benfica. Conforme reportado, “Sidny teve um ato irrefletido, segundo a mesma fonte, desconhecendo que a situação pudesse ter um impacto tão grande.”
O jogador, que chegou ao Benfica recentemente, tomou a iniciativa de esclarecer a situação junto à estrutura do clube.
Na sequência do pedido, a fonte próxima a Sidny confirmou que ele se arrependeu rapidamente. A situação com a camisola de Vinícius, que inclui o impacto de um recente episódio de racismo, foi suficiente para que o jogador decidisse não avançar com a troca. “Sidny pediu, de facto, a camisola de Vinícius, marcador de dois golos no agregado e personagem principal de um alegado episódio de racismo, juntamente com Gianluca Prestianni.”
Assim, o comportamento do atleta foi devidamente avaliado no contexto de um balneário que pode ser afligido por tais controvérsias.
Adicionalmente, a necessidade de manter um grupo coeso foi enfatizada. Após o pedido de camisola, Sidny compreendeu que “tal postura podia afetar o ambiente no balneário e optou por não ir ao encontro do jogador brasileiro.”
Este reconhecimento é crucial, especialmente num clube que recentemente enfrentou desafios de imagem e dinâmica de grupo. À medida que o Benfica avança na temporada, a unidade na equipa torna-se cada vez mais essencial.