Na sequência da partida da Liga dos Campeões, o Benfica expressou queixas legítimas e concretas relativamente à arbitragem do encontro. Testemunhas e analistas em Espanha corroboraram a perspetiva do clube encarnado, sugerindo que o Real Madrid deveria ter terminado o jogo com apenas nove jogadores, face às infrações cometidas.
Adicionalmente, o tempo extra concedido na segunda parte foi insuficiente para compensar as interrupções significativas que ocorreram. Estas incluíram um incidente de racismo e uma expulsão, além das paragens habituais. A insuficiência do tempo de compensação levanta questões sobre a eficácia da gestão do tempo de jogo em situações de alta complexidade. Apesar da pertinência das reclamações, existe a preocupação de que a repetição de queixas por parte do Benfica possa dessensibilizar a opinião pública, mesmo quando as reclamações são manifestamente justificadas. Este cenário remete para a conhecida fábula de “Pedro e o Lobo”
, onde a credibilidade pode ser comprometida pela frequência das chamadas de atenção.