Tomás Cruz, médio da equipa B do Benfica, partilhou as suas impressões sobre vários jogadores que o marcaram, tanto no contexto benfiquista como na seleção do Luxemburgo. O jovem de 20 anos, que participou no programa Carpool Sessions
da Liga TV, revelou algumas das experiências que viveu nos treinos com a equipa principal e as figuras que mais o surpreenderam.
“Na época passada só fiz um treino, mas o Di María foi o que mais me surpreendeu. O Renato Sanches também me surpreendeu bastante, falou comigo e deu-me umas dicas”
, recordou o internacional luxemburguês, destacando o impacto que jogadores de renome tiveram nele, mesmo que em curtos períodos de convívio. Contudo, Tomás Cruz aponta um jogador que o deixou particularmente impressionado: “Alguém que vi a fazer coisas que nem sequer sabia que era possível foi o Schjelderup. Num treino, eu e outro jogador estávamos a empurrá-lo mesmo para o canto, dois contra um, não sei o que é que ele fez, mas conseguiu sair de lá e ainda marcou golo.”
Esta demonstração de habilidade do extremo norueguês ficou gravada na memória do médio. Schjelderup, que chegou ao Benfica em 2022/23, tem-se destacado na presente temporada com cinco golos e três assistências em 28 jogos, tendo, inclusive, sido alvo de uma proposta de última hora no mercado de transferências, que terá sido travada por José Mourinho, técnico que terá ficado impressionado com o jogador após a sua prestação decisiva frente ao Real Madrid na Liga dos Campeões.
Além das impressões sobre os colegas de equipa do Benfica, Tomás Cruz abordou também a sua experiência na seleção do Luxemburgo, onde encontrou um apoio fundamental. “O Leandro Barreiro ajudou-me bastante. Posso considerá-lo um amigo. Se falarmos de ídolos, penso nele. Mesmo na seleção, quando me estreei a titular, era ele que estava mais perto de mim a dar algumas dicas”
, sublinhou, evidenciando a importância de ter um compatriota mais experiente ao seu lado. O médio, que é o jogador com mais partidas pelo Benfica B esta época, a par de Ivan Lima, elogiou ainda o trabalho da equipa técnica no Seixal: “Quando cheguei não sabia o quão forte era aquela equipa técnica. No passado tive bastantes dificuldades nos treinos, mas dava para aprender tudo. O que o míster diz que vai acontecer no jogo, acontece.”