Benfica bate Braga e avança para as meias-finais da Taça de Portugal

  1. Benfica venceu por 1-0 o Sporting de Braga
  2. Dahl e Pavlidis foram os destaques do Benfica
  3. Braga tentou reagir na 2ª parte mas não conseguiu empatar
  4. Benfica vai defrontar o Tirsense nas meias-finais da Taça

Luz iluminada na Taça


Na Luz, o Benfica recebeu o Sporting de Braga num duelo decisivo a contar para os quartos-de-final da Taça de Portugal. Em jogo estava uma vaga nas meias-finais da competição e a equipa da casa não deixou escapar a oportunidade.

Lage promove rotação no Benfica


O treinador do Benfica, Bruno Lage, «promovia a rotação esperada, chamando os habituais titulares, mas com destaque para a titularidade de Dahl, além de Carreras». Já no Braga, Carlos Carvalhal «promovia apenas uma alteração no onze inicial, chamando Racic para o lugar que pertencia a Gharbi».

Benfica assumiu o jogo


Apesar do horário pouco convidativo, a Luz apresentava «uma casa bastante simpática para este jogo da Taça de Portugal». O Benfica mostrou-se «mais dinâmico com bola, a assumir a responsabilidade e a tentar furar a linha de cinco» montada pelo Braga. O tridente ofensivo das águias «ia-se mostrando ativo, implementando algumas permutas posicionais e diagonais» e Kokçu «era o maestro do meio campo e lançava esses elementos».

Dahl faz a diferença
A «surpresa» de Bruno Lage no onze inicial, Dahl, «trazia toda uma dinâmica interessante ao Benfica, taticamente falando: com bola, os encarnados construíam em 4x3x3, com o sueco a juntar-se ao meio campo; sem bola, este baixava para a posição de ala e Carreras assumia o central da esquerda». Aos 39 minutos, Dahl «serviu Pavlidis fora da área» e o grego «fez o 1-0».

Braga tenta reagir, mas Benfica segura a vitória
Ao intervalo, Carvalhal «colocou Robson Bambu - para tentar um melhor controlo da profundidade - e Fran Navarro - nova vida ao ataque». O Braga «subiu linhas, ficou mais atrevido com bola, mas também menos resguardado defensivamente». Nos instantes finais, o Benfica «teve mesmo que se aguentar ao resultado», perante uns «Gverreiros desesperados e desinspirados», e acabou por carimbar a passagem às meias-finais da Taça de Portugal.


O Estrela da Amadora e a sua concorrência interna no ataque

  1. Após o primeiro triunfo fora de portas, a motivação aumentou no seio do plantel do Estrela da Amadora
  2. O treinador José Faria dispõe de sete opções para as posições de extremo
  3. Kikas e Fábio Ronaldo foram os escolhidos para a última deslocação ao Bessa, mas têm concorrência
  4. A posição de extremo foi a que mais movimentações conheceu no plantel estrelista desde o início da época

Sporting enfrenta crise de lesões desde chegada de Rui Borges

  1. Rui Borges já efetuou 11 substituições forçadas por lesão em 13 jogos
  2. Boletim clínico conta com Pote, Nuno Santos, Morita, St. Juste, Geny Catamo, Daniel Bragança e Hjulmand
  3. Nos primeiros 5 jogos, apenas 1 substituição por lesão; nos últimos 8, 10 substituições
  4. Rui Borges: «Esta tem sido uma tendência crescente nos últimos jogos»

Roma e Lazio: A rivalidade política e histórica dos dois gigantes de Roma

  1. Fundada em 1900, a Lazio conseguiu dominar o futebol em Roma nos seus primeiros anos
  2. Em 1927, o Partido Fascista tentou fundir 3 clubes romanos para criar uma super equipa
  3. As cores e símbolos dos clubes refletem a divisão política, com a Lazio ligada à extrema-direita e a Roma ao centro-esquerda
  4. Os adeptos da Lazio protagonizaram vários episódios de racismo e antissemitismo ao longo dos anos

Lazio vs Roma: A Eterna Rivalidade da Capital

  1. A Lazio, o clube mais antigo da cidade, conseguiu escapar à fusão imposta pelo regime fascista em 1927 graças à intervenção do General Vaccaro
  2. A Lazio é historicamente associada à extrema-direita, tendo adeptos que publicamente defenderam o fascismo, como o ídolo Paulo de Cânio
  3. A Roma é tradicionalmente identificada com o centro-esquerda, opondo-se à rival Lazio e ao norte do país, mais associado à direita berlusconiana
  4. Os símbolos e cores dos clubes refletem as divergências ideológicas: a Lazio adotou o azul e a águia, a Roma o vermelho, amarelo e a Loba