O banco do Benfica é a «arma secreta» dos encarnados

  1. O Benfica tem 14 golos marcados por suplentes em 50 tentos, 28% do total
  2. O Sporting tem 9 golos de suplentes em 63 tentos, 14,3% do total
  3. O FC Porto tem 8 golos de suplentes em 48 tentos, 16,7% do total
  4. Casos recentes: Arthur Cabral e Amdouni marcaram na vitória do Benfica no Mónaco

O banco de suplentes do Benfica tem sido determinante para os resultados da equipa encarnada esta temporada. Com 14 golos marcados por jogadores lançados do banco em 50 tentos totais, o Benfica apresenta o melhor registo entre os três grandes do futebol português.

«O banco é a nossa "arma secreta"», garantiu o treinador Bruno Lage, enaltecendo a importância dos suplentes na resolução dos jogos. De facto, 28% dos golos do Benfica esta época foram marcados por jogadores que entraram em campo durante a partida.

Números impressionantes

No total, o Benfica tem 14 golos marcados por suplentes em 50 tentos nesta época, o que significa que 28% dos golos da equipa da Luz foram obtidos por jogadores lançados do banco. Este número contrasta com os registos do Sporting, com 9 em 63 golos (14,3%), e do FC Porto, com 8 em 48 tentos (16,7%).

Os casos mais recentes aconteceram no jogo da 5.ª jornada da Liga dos Campeões, no qual Arthur Cabral e Amdouni, lançados na segunda parte, marcaram os golos da vitória do Benfica por 3-2 no Mónaco. «As minhas "armas secretas" ajudaram-nos a resolver o jogo», afirmou Bruno Lage após o encontro.

As «segundas escolhas» decisivas

Além dos golos decisivos, o banco do Benfica também se revelou crucial noutros momentos. Na Taça da Liga, Di María e Pavlidis foram poupados por Bruno Lage no duelo com o Santa Clara, mas um bis do grego e um golo do argentino garantiram a presença das águias na final four da prova.

Antes, no último jogo de Roger Schmidt no comando técnico do Benfica, Marcos Leonardo entrou e fez o golo de penálti que salvou um ponto para o clube da Luz na deslocação ao terreno do Moreirense.

Igualdade entre os três grandes

Em termos práticos, o banco dos três grandes teve o mesmo peso nos sucessos das respetivas equipas. Todos conseguiram duas vitórias e um empate com as contribuições dos atletas que entraram com a partida a decorrer.

Desta forma, o banco de suplentes do Benfica tem sido uma verdadeira «arma secreta» para os encarnados nesta temporada, contribuindo de forma decisiva para os bons resultados da equipa.

Selecionador norueguês elogia ascensão de Schjelderup no Benfica

  1. O selecionador da Noruega, Stale Solbakken, elogiou a ascensão de Andreas Schjelderup no Benfica
  2. Solbakken acompanhou os últimos jogos de Schjelderup e ficou impressionado com o seu desempenho
  3. O técnico considera que Schjelderup «provou que pode lidar com o nível» das principais competições portuguesas
  4. Solbakken elogiou o «sentido de baliza», a «técnica para controlar a bola» e a atitude de aprendizagem de Schjelderup