Vasco Seabra lamenta derrota do Arouca frente ao Benfica com golo nos últimos instantes

  1. Vasco Seabra desiludido após derrota
  2. Arouca perdeu frente ao Benfica
  3. Golo sofrido nos últimos instantes
  4. Trezza e Dedic expulsos

Vasco Seabra, treinador do Arouca, não escondeu a sua desilusão após a derrota da sua equipa frente ao Benfica, num jogo pautado por um golo sofrido nos últimos instantes. A frustração era visível nas suas palavras, tal como já havia acontecido noutros embates contra os chamados “três grandes”. O técnico analisou a partida, destacando a proatividade dos seus jogadores. “Foi um excelente jogo. Acho que jogámos de forma proativa, dinâmica e com personalidade. Começámos muito bem, instalados no meio-campo do Benfica e o penálti acaba por surgir daí. O Benfica respondeu, sem grande entrada na área, mas muito por cantos e zonas circundantes. A melhor oportunidade até é nossa, com o Barbero a cabecear ao lado”, declarou Seabra, evidenciando a boa entrada da sua equipa no encontro. Contudo, o rumo do jogo alterou-se. “O Benfica depois dominou territorialmente e fomos empurrados para trás. Na segunda parte, corrigimos isso e o posicionamento na primeira fase. Temos uma oportunidade claríssima para fazer o 2-0 e o Benfica faz o empate logo a seguir. Até acabamos com mais golos esperados do que o Benfica e temos quatro ou cinco oportunidades muito claras”, acrescentou o treinador, lamentando as oportunidades perdidas e a ineficácia frente à baliza. A reviravolta no marcador e o golo sofrido nos últimos minutos deixaram um sabor amargo. “É amargo sofrer a fechar o jogo, é doloroso para a equipa, mas não vivemos de vitórias morais”, afirmou Seabra, sublinhando a dor da derrota.

A semelhança com jogos anteriores contra os grandes do futebol português foi um ponto abordado pelo técnico do Arouca. Mais uma vez, a sua equipa viu adversários de peso selarem a vitória nos momentos finais. “São momentos diferentes. No jogo com o Sporting, queremos ganhar e o golo surge após uma transição do Puche. No Dragão, foi um penálti, aqui acabou por ser lance fortuito, onde não chutámos a bola para a frente. São pormenores que acabam por ser fortes e doem muito. Orgulho nos jogadores e foco na atitude e desempenho”, explicou Vasco Seabra, traçando um paralelo entre as derrotas sofridas. A capacidade da equipa em criar perigo foi algo que o deixou satisfeito, apesar do resultado. “Sentimos que fomos proativos e colocámos dificuldades. Às vezes, nos jogos 'grandes', falta volume de oportunidades, mas hoje tivemos. Fica um amargo pesado na boca, difícil de digerir, apenas sustentado pela forma como competimos com um adversário muito forte”, confessou o treinador, evidenciando a dualidade entre o desempenho e o resultado.

As mexidas táticas do Benfica não foram, segundo Seabra, um fator de grande perturbação para a sua equipa. “O Lukebakio perspetivámos que pudesse jogar. Não mexeu connosco. O Djouahra, mais atrás, teve a ver com construção mais baixa com o Dahl, seria desconfortável baixar o Trezza”, analisou o técnico, mostrando que a equipa estava preparada para as possíveis alterações do adversário. A polémica instalou-se no relvado após o golo do Benfica, com Trezza e Dedic a serem expulsos. Apesar da frustração, Vasco Seabra reiterou que o “amargo de boca é pesado e difícil de digerir”, mas garantiu estar “muito orgulhoso dos jogadores”, pela forma como competiram. A sequência de resultados negativos nos confrontos com os clubes de maior dimensão no campeonato parece ser uma constante, mas a postura competitiva da equipa arouquense é digna de registo, apesar do desfecho.

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