Fernando Gomes destaca "centralidade" de Portugal com Mundial 2030

  1. Fernando Gomes: Mundial 2030 trará "centralidade" a Portugal
  2. Benefícios económicos e turismo nacional
  3. Cooperação com Espanha, Marrocos e FIFA "positiva"
  4. Legado duradouro comparado ao Euro 2004

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, salientou que a organização do Mundial de 2030 trará centralidade a Portugal, destacando os benefícios económicos e o papel do evento no turismo nacional. Fernando Gomes enalteceu a cooperação com Espanha e Marrocos e a FIFA, numa relação que descreve como positiva.

“Os indicadores económicos são muito positivos mas, muito mais do que isso, é poder trazer mais uma vez centralidade a Portugal no plano desportivo, na envolvência do turismo e em tudo o que significará termos esta coorganização. Neste momento, ainda antes do Campeonato do Mundo, a participação e a nossa relação, não só com a FIFA, mas também com Espanha e Marrocos, tem acontecido de forma positiva”, afirmou Fernando Gomes durante uma visita de trabalho da Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto à Cidade do Futebol. Esta reunião antecedeu uma receção de boas-vindas organizada por Fernando Gomes, onde foram oferecidas camisolas personalizadas da seleção portuguesa de futebol.

Fernando Gomes também refletiu sobre o legado duradouro que o Mundial deixará, comparando-o à experiência do Euro 2004. “Vai ser muito bom para os anos que vêm a seguir. Focamo-nos muitas vezes na competição, no momento e na competição, mas o que fica será as pessoas que nos visitaram e vão querer cá voltar. Foi essa a experiência que tivemos no Euro 2004. Acho que o desporto, e o futebol, neste caso, são muito importantes para isso, para trazer pessoas a Portugal — porque acredito que quanto mais as pessoas nos conhecem, mais quererão cá vir”, sublinhou o dirigente. Ele ainda destacou a preparação do país para o evento, independentemente de ter ou não estádios, focando-se na envolvência dos adeptos e do resto do país. “Não temos o problema de ter de fazer estádios, ou de os ter construídos a tempo, mas temos outro tipo de dinâmicas, sobretudo as que vão acontecer com os adeptos, que vão andar por vários países e ver como isso se pode desenvolver e como nos estamos a preparar para isso. Acho que é uma questão importante ver como o resto do país, que não vai ter estádios, mas vai ter pessoas, se prepara e como podemos envolvê-los nesta dinâmica do Mundial”, completou.

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